Uma lição de política, de estatura e de boa educação.

Estivadores no Prós e Contras

A luta dos estivadores tem tudo do seu lado. A força dos argumentos fica tão clara no Prós & Contras da passada segunda-feira (parte 1 e 2). E o profissionalismo actual das diversas e integradas funções da estiva, a formação técnica específica, o trabalho de equipa, a exigência física, a falta de horários, o ambiente adverso e os perigos constantes, entre muitos outros aspectos, estão muito bem retratadas no documentário dos estivadores espanhóis “365 dias 24 horas” (parte 1 e 2). Bem hajam todos os que têm interpretado e abraçado esta causa.

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18 Responses to Uma lição de política, de estatura e de boa educação.

  1. Dezperado diz:

    No prós e contras ficou tudo bem claro…

    Começando pelos trabalhadores que bastam trabalhar 2 horas, para receberem o turno inteiro.

    Ficou tambem bem claro que ha trabalhadores que por ano, mamam 700, 1000, 1400 horas extras…. Não é possivel pois nao….mas mamam, ainda por cima sem as fazerem.

    Obrigado pelos esclarecimentos que nos deram segunda feira no Prós e Contras!

    • antónimo diz:

      não consigo ver o prós e prós que o vídeo emperra, mas há essas horas todas extraordinárias para fazer e não se contrata pessoal pq?

    • De diz:

      Mamam?
      O vocabulário neoliberal a mostrar o ódio boçal a quem trabalha.À moda de relvas de quem é discípulo atento e venerado até na forma como escreve.
      O que dirá este desperado da forma como os pulhas que nos governam engordam e singram?
      🙂

      • JgMenos diz:

        DE no seu melhor: se não podes atacar a mensagem, ataca o mensageiro! A Bem da Confusão!

        • De diz:

          Atacar o mensageiro?
          Oh JMenos mas por quem é.
          A mensagem está aí em todo o seu esplendor.Que cada qual avalie por si.Deixe-se assim vossemecê de tentar desviar para canto.
          Pode dar a mão ao Desperado, não para lançar a confusão, mas sim para continuar a utilizar o termo que é aqui usado por vossemecê e pelo dito cujo.
          “O vocabulário neoliberal a mostrar o ódio boçal a quem trabalha”
          É isso aí.
          Sorry mas não passa

  2. Antónimo diz:

    Mas alguém consegue ver o Prós e Prós nestes links que aqui vêm? Ando desde ontem de manhã a tentar pôr o filme a andar e nem um segundo avança.

  3. Zé diz:

    Este Dezperado deve ter inveja daqueles que ganham mais do que ele ou então é capitalista ou fascista ou as duas coisas.

    • Dezperado diz:

      ó Zezinho

      Epa decide-te….Inveja do quê???? Se eles ganham bem, é porque merecem…nada contra.

      Sou é contra esta greve que ja dura ha dois mesese nunca mais se resolve

      Aqueles que tanto defendem as empresas que estão a fechar, com esta greve esquecem-se delas….Estão pouco se lixando se ha empresas que cada vez mais tem dificuldades em exportar… Querem lá saber se as empresas estrangeiras começam a virar-se para outros portos….

      E não me lembro de ler na constituição que temos de ter todos as mesmas opiniões e quem discordar delas, só pode ser fascista…

      Mas olhe, entre facistas e comunistas, venha o diabo e escolha!

      • De diz:

        Desperado é contra a greve.
        E?
        Alguém violou alguma lei?Alguém deu o dito pelo não dito?Alguém roubou,mentiu,aldrabou como os pulhas que nos governam?
        Então desperado que se acalme e deixe de rosnar o seu ódio boçal a quem trabalha.
        E deixe-se desse lacrimejar constante apelando ao diabo para fazer as escolhas que.
        Olhe que os neoliberais deslizam para o fascismo quando não conseguem o que querem, nos moldes em que querem.Um caso típico é o do Friedman no seu apoio a Pinochet.
        Daí que,entre outras coisas, se perceba o ódio dos neoliberais a tudo o que lhes cheire a comunas
        🙂

  4. Miguel diz:

    Ficou por dizer que os estivadores todos os dias quando pensam que podem ir para casa às 17:00 depois de entrarem às 8:00, pouco tempo antes podem receber a noticia de terem que ficar mais 8 ou 16 horas, ou seja, até à meia noite ou até às 8 da manhã seguinte. Faltou dizer que quase todos os dias entram às 8:00 para sair às 24:00 e entrar de novo às 8:00 durante um mês inteiro em que o empregador proibe uma sequer folga. Faltou dizer que o trabalhador só sabe no dia anterior para onde vai trabalhar(do barreiro à trafaria e a lisboa) ou então a meio da tarde recebe a noticia que às 17:00 tem que se deslocar para um porto diferente. As horas extra são pagas pior que o turno normal de trabalho…faltou dizer. Faltou dizer que há precários à 6 anos no porto de lisboa com contratos ao turno…ou seja por dia podem assinar 2 contratos com a mesma empresa e já dura para esses mesmo à 6 anos. O “dezperado” que comentou não faz ideia o que é a estiva em lisboa, ele que vá espiar o horário dos trabalhadores e ver quanto tempo passam nos portos antes de vir dizer palermices.

    • Dezperado diz:

      Não conseguem usar outro argumento???

      Claro que ninguem sabe o que é trabalhar na estiva….assim como voce tambem nao sabe o que é ser policia, ou ser bombeiro, ou trabalhar nas obras….

      E ha uma coisa que tambem nao sei, mas gostava de ter possibilidade de fazer….era mamar tantas horas extras como voces….agora que a mama esta acabar, fazem greve. A estiva em Lisboa é muito diferente da estiva em Leixões????

      Os estivadores de Leixões tambem não tem filhos, ou só os de Lisboa é que se preocupam com o futuro dos filhos????

      Ha quantos anos ha problemas nos portos de Lisboa????

      • Hugo diz:

        Dezperado, já que faz tanta questão saber…

        As horas extra que estes têm que mamar, grande parte das vezes, não existe vontade própria desses mesmos colaboradores, devido a já terem coisas planeadas fora do Porto.

        Em relação a Leixões e Sines, esta lei que só agora foi aprovada, e que vai passar a ser praticada em 2013, já está a ser praticada nesses mesmos portos a um bom tempo. Os sindicalistas desses portos, assinam de cruz o que o patrão decidir. Mais, esses trabalhadores, para além de também terem uma vida como qualquer outro ser humano, são obrigados a fazer das 08-00, sem quaisqueres direitos a greve ou mesmo, a sindicalizarem-se (não estou a falar dos históricos).

        Quer mais uma engraçada? Tanto quanto dizem na Televisão, 8 dos 11 sindicatos Portuários de Portugal assinaram o “draft” desta lei, certo?

        Esses 8 sindicatos (Leixões & Sines) representam cerca de 280 trabalhadores.

        Os 3 sindicatos remanescentes, representam cerca de 800 trabalhadores.

        Acho muita graça quando vão para a comunicação social dizer que estes trabalhadores andam sempre a mamar horas extras, que ganham 5000€ de ordenado base, e que ganham entre 92€ a 315€ por HORA por cada turno extraordinário, quando a realidade é totalmente diferente.

        Eles (Governo & Patrões) lançaram o veneno, de forma a ninguém sentir qualquer pena desta classe de trabalhadores, mentiram nos seus ordenados, assim como em tudo o resto, intoxicaram a opinião pública.

        Usaram o famoso esquema antigo de ter-se os grupos de trabalhadores A, B, C, D, E. Querem mandar o grupo A abaixo, então dizem calamidades sobre esse mesmo grupo, de forma os outros não terem pena, então o B, C, D e E, apesar de estarem contra as políticas do governo, vão apoiar a decisão do mesmo. E o grupo A vai abaixo. Entretanto, decidem dar cabo do C. Uma vez mais, recorrem aos mesmos meios, e dizem calamidades sobre o grupo C. Com isto, vão obter o apoio do Grupo A que não sentiu apoio nenhum e que acha injusto os outros terem tanta coisa (esquecendo-se do que foi dito sobre eles), B, D e E.

        E pronto, andamos nisto, com aqueles que brincam de política.

        E já agora, visto que o senhor acha que os patrões são tão inocentes, porquê é que isto não saiu na comunicação social?

        http://www.nyasatimes.com/malawi/2012/10/16/mota-engil-in-concession-fraud-on-lake-malawi-ports/

        Leis por encomenda? Será que só se passa isso lá fora? Não sei… Deixo essa questão consigo, visto que é possuidor de tanto conhecimento.

        Já agora, nas PPP’s, a Mota & Engil está com 49% das acções de diversas empresas, só para que conste.

        *Fly away*

      • bob diz:

        em Portugal e português, queres ser chines , então porque não vais para a china?
        Aqui o …desesperado ….já não engana ninguém , eu já reparei que andas aqui , como em outros lados a espalhar veneno. és um triste. deus queira que não chegue a tua vez de quereres ter um litro de leite para dares aos teus filhos , e não teres. enquanto estas a dormir e em família, estes homens estão a trabalhar para que tenhas comida na mesa, será que eles não teem família? és um vendido e só fazes o que os outros te mandam dizer.
        viva Portugal, tomara haver mais pessoas unidas neste pais , como estes homens. certamente haveria mais justiça social.
        tudo o que temos hoje de adquirido, foi conquistado pelos homens do passado e tu és o reflexo daquilo que Portugal não precisa no futuro.
        desesperado! ou irritado , como queiras ser chamado… fica ai a espera sentado e não faças nada por este pais e espera pelo pai natal . ………que ele vai te trazer a miséria.

      • De diz:

        Mais uma vez, desesperado, desperado não consegue perceber o que se escreve?Ou apenas aldraba e mente?
        “Não conseguem usar outro argumento”?
        Outro argumento? mas será que não consegue vislumbrar no comentário do Miguel mais do que Um argumento?

        As condições severas do trabalho na estiva faz desperado ficar também um pouco fora de si.Tem inveja.Pelas 11 e 14 o coitado também está farto de trabalhar.E ninguém tem pena dele.
        Ele também quer fazer o que quer fazer?

  5. JgMenos diz:

    O que mais me impressionou foi como os operadores portuários ‘branquearam’ a mama das horas extras! Se todos mamam, põem-se os mamões de acordo, pelo que só reclamam que a greve seca a mama!!!
    Só o homem da carga – na plateia – é que falou em nome do patego que tem que pagar aos mamões que montaram uma portagem nos portos!

    • De diz:

      Um vocabulário típico de
      Quando se esgotam argumentos, vai-se o verniz …
      E surge o vocabulário reduzido a este palavreado quase de esgoto.

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