Vidas Penhoradas


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3 Responses to Vidas Penhoradas

  1. Diogo diz:

    Juntos somos mais fortes? A fazer o quê?

    A empunhar faixas e cartazes? A gritar palavras de ordem e a cantar músicas de intervenção? A fazer manifestações inofensivas e a atirar pedras à polícia? A mostrar as mamas ou vestidos de palhaços?

    Ainda não se convenceram que estamos a lidar com genocidas profissionais que têm por si o Dinheiro, os Políticos, os Media e a Justiça?

    Qual a acção que deve ser tomada contra ladrões em massa, empobrecedores em massa e assassinos em massa? Será gritar (ou balir): «Juntos somos mais fortes»?

    O pacifismo inócuo dá-me vómitos!

    Se, por acaso, me vir de repente numa situação de pobreza sem regresso, juro que serei enterrado ou cremado mas tudo farei para levar meia-dúzia de FDP comigo.

    • Maria Helena diz:

      Concordo plenamente consigo ! Se não se fizer mais nada do que isto, não chegaremos a lado nenhum. Veja o filme MEMORIAL DEL SAQUEO, de Fernando Solana. Depreendo que seja precário, mas eu já sou reformada, e a verdade é que desta maneira nada se consegue.

  2. edgar diz:

    Tenho ouvido as notícias sobre as baralhadas na RTP, na RDP, na TAP, nas autarquias, na ANA, nos portos e em tanta coisa mais: a lista é demasiado grande e complexa para a minha memória.
    Mas, na minha opinião, o que se percebe perfeitamente é que sob a responsabilidade desta maioria, e também do PS, da chamada troika interna, comandada pela outra ou outras troikas, Portugal está a ser partido aos bocados, retalhado, desmembrado, destruído, empobrecido, humilhado e vendido, com enorme sofrimento, sacrifício e grande revolta do seu povo.
    Se esta gente, que desencadeou este feroz ataque com o povo e o país, tivesse anunciado previamente que se dispunha a fazer uma pequena parte do que tem feito, não só nunca teria sido eleita como jamais teria a coragem de se candidatar a qualquer cargo.

    O povo e os trabalhadores ainda não foram vencidos mas quanto sofrimento e prejuízos de incalculável valor foram já provocados.
    E neste desabafo de revolta não me esqueço dos muitos milhares de altas personalidades, democratas e patriotas, que ao longo destes últimos 36 anos, depois de quase 5 décadas de luta heroica contra o fascismo, se comprometeram na luta pela defesa da Constituição, e apesar de ser violada frequentemente com tanta facilidade, ainda não se juntaram aos trabalhadores e ao povo para reforçar a sua luta por uma mudança de rumo, por uma nova política, por um novo futuro de esperança.

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