A ler

Morre que és despesa, do Daniel Oliveira

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3 Responses to A ler

  1. xatoo diz:

    a este basta que escreva no jornal do Balsemão para ser um expert
    Enquanto se diaboliza a despesa, escapa incólume a natureza do regime – que para os neocons de esquerda (como para os neocons de direita) é intocável (juntos nas mordomias da sociedade de mercado)
    pqp

  2. Rocha diz:

    Estamos em contagem decrescente para transformar Portugal na Grécia. O meu irmão que nunca foi muito politizado diz que falta apenas um ano, nunca estivemos tão de acordo.

    Quem disse que não estávamos no pelotão da frente? Estamos no pelotão da frente para ficar como a Grécia.

    Quem diria que os mais atrasados, como a Alemanha, são quem ganha esta corrida de idiotas? Mais vale ser tartaruga do que lebre.

    Ah e sobre a questão em concreto das opiniões do Concelho da Ética das Ciências da “Cadafalso”: esta é a política que vamos ter preparem-se…

  3. Nuno Cardoso da Silva diz:

    Para lá da reacção à infâmia do parecer do Conselho de “Ética” sobre a disponibilização ou não de medicamentos caros a pessoas que os não podem pagar do seu bolso, há outras questões, de política, que deveriam ser discutidas.

    Admitindo que o preço de alguns medicamentos os coloca fora do alcance de quem não for rico, há uma solução, que já foi ensaiada no que dizia respeito a medicamentos para o tratamento da SIDA, que é a produção desses medicamentos por laboratórios públicos, sem pagamento de qualquer licença e sem pagamento de “royalties”aos laboratórios que os inventaram, para serem disponibilzados também às pessoas com poucos meios. Com base no princípio de que o direito à saúde e aos cuidados médicos é superior a quaisquer direitos de autor. Com efeito, o custo de produção dos medicamentos em causa nunca é particularmente elevado, o que encarece esses medicamentos é a necessidade de recuperar os investimentos feitos, e a procura do lucro.

    Assim, o que seria de exigir ao governo, é que desse ordem aos laboratórios nacionais de genéricos, para produzir os medicamentos em causa, para serem disponibilizados nos hospitais aos doentes carenciados. E, quanto muito, pagar-se-ia uma licença simbólica ao laboratório detentor da patente. Terá o Conselho de Ética alguma opinião sobre esta alternativa?… E o governo?…

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