A todos o que é de todos

O próximo Sábado será, certamente, uma jornada de luta histórica contra o roubo dos salários, das pensões e das reformas, contra o governo, a troika e os troikistas.
A Lisboa chegará gente de todo o país. Haverá quem venha pela primeira vez a Lisboa (como tive oportunidade de constatar na última manifestação nacional da CGTP) e haverá quem participe pela primeira vez numa manifestação organizada pela central sindical de todos os trabalhadores derrotando a ideia, muito difundida por sectores da sociedade pouco amigos da democracia, que a  luta dos cidadãos é diferente da luta dos trabalhadores em torno dos seus sindicatos.
Nos autocarros que acorrem de todo o país virá também quem organizou ou esteve nas várias manifestações descentralizadas do 15 de Setembro, prontos para continuar a luta que não terminará no Sábado.
À CGTP-Intersindical competir-lhe-á a difícil tarefa de organizar e dar a cara por esta enorme mobilização tendo a consciência que a manifestação, como Arménio Carlos acaba de declarar à SIC Notícias, deixou de ser “da CGTP” para ser de todos.

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