ATENÇÃO: a CABELEIREIRA do “BLASFÉMIAS” já se pronunciou, e diz que isto (a manifestação de ontem) é tudo manobra de privilegiados: artistas, designers e bispos – LER para CRER::::::

(Em acção, na praia)

«As manifestações de hoje estão longe de traduzir a desaprovação em relação ao governo. A desaprovação em relação ao governo e sobretudo a desilusão com o governo é muito maior do que aquilo que viu ou verá nestas manifes pois nelas apenas está quem nunca apoiou este governo. A desaprovação em relação ao governo vê-se noutras coisas que não fosse a cápsula em que os jornalistas vivem directamente ligada ao folclore dos activismos bloquista e similares e vendo o mundo a partir das redes sociais e perceberiam que as manifestações de hoje não iam ser as maiores nem as menores de tempo algum. Alguns milhares de pessoas e imprensa militante a dar conta do grande acontecimento.Para lá desta evidência óbvia existe uma outra que entra pelos olhos dentro: quem apela à revolta da rua são os privilegiados do sistema.»

(A parte dos artistas, designers e bispos vem a seguir – a cabeleireira refere-se aos meus colegas de emprego – e tem razão: é tudo uma questão de DESIGN de Comunicação, porque o «povo foi para a praia ontem»!)

Quem são e onde estão estes privilegiados para eu os enforcar e oferecer escalpo à cabeleireira do “Blasfémias”? Privilegiados, digam-me cá, e também desfilaram, foi? E sem vergonha? Ai se a cabeleireira vos apanha!! Logo ela que tem Salão montado numa das artérias da “manife” (expressão da mulher em causa).

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25 Responses to ATENÇÃO: a CABELEIREIRA do “BLASFÉMIAS” já se pronunciou, e diz que isto (a manifestação de ontem) é tudo manobra de privilegiados: artistas, designers e bispos – LER para CRER::::::

  1. Camarro diz:

    Esta Helena além de ter má fé em tudo aquilo que diz/escreve é a personificação da ignorância. Num certo “debate” televisivo ocorrido há alguns dias, teve que ser Teresa de Sousa (!) a explicar-lhe quais são as competências do Conselho de Estado!

  2. almajecta diz:

    Dilucida aí as consequências do TSU à privada.
    Agradecido.

    • Carlos Vidal diz:

      Calma Jecta, já lá iremos.

      • almajecta diz:

        mostra aí a inferioridade da beleza e da glória, tais como Platão as concebera, em face da beleza e da glória da alma em acção, atraindo outras almas à sua verdade, para sempre, ao passo que as pompas da iarte conseguem apenas espelhar num instante a verdade enganadora sob um véu decepcionante. Essa beleza irradiante, eterna, que é o “esplendor do verdadeiro”, matou a beleza mutável e enganadora na alma de Helena.

  3. De diz:

    Coitada de dona helena.Parece que o que viu foi demais para ela e para os seus colegas de “profissão” (ideológica).
    A coitada terá estado na praia, acompanhada por um acompanhante ou terá ficado em casa a roer as unhas enquanto blasfemava em direcção aos manifestantes?
    Patético de imaginar.Mas não tanto como o próprio escrevinhar da dona.
    E é tão elucidativo os esgares que a coisa deita aos seus ódios de estimação.O tal putativo acompanhante escusa de lhe aconselhar um divâ…

    É esta coisa que escreveu durante anos num jornal dito de referência?Esta coisa que debita um pindérico texto a roçar a boçalidade, tão longe de coisa nenhuma quanto próximo dos estertores raivosos da dita?
    🙂
    De cabeça perdida dona helena presta-se a estas figuras.Ainda bem
    Que fique com aquilo que gosta: sai um manguito para a dona.
    E uma valente gargalhada

    • Carlos Vidal diz:

      Na praia? Com um acompanhante? Impossível!
      Quem se prestaria a tal? – Um verdadeiro enigma.

      • De diz:

        Ahahahah.
        Mas a frase tinha uma armadilha.
        Ou outro enigma

        • Carlos Vidal diz:

          Acho que percebi para aí qq coisa.
          Mas hoje não vou pensar mais na Costureira.

          Ou manicure, vou esperar pelos próximos textos da personagem (desconheço-lhe a profissão e o cabeleireiro – só sei que no post em causa os comentadores a tratam de retardada para baixo – visite o post dela, ó De, não perca: a mulher, deve ser mulher apesar de eu não a ter visto nunca nem magra nem gorda, deve estar com a cabeça enrodada).

  4. mehmet shehu diz:

    Ela é parva mas esta até tem piada: “os professores doutores em saberes tão vagos quanto a licenciatura de Relvas”.

  5. almajecta diz:

    Depois dos políticos, procurei os poetas trágicos, os ditirâmbicos e os outros, pensando que, aí, eu não poderia deixar de ser o de menor saber entre todos. Tomando, de entre os poemas desses homens, os que me pareceram de mais perfeita elaboração, pedia aos seus autores que me explicassem o que eles significavam, por forma a ver se aprendia neles alguma coisa. Sinto vergonha, agora, cidadãos, de vos dizer a verdade, mas tem de ser dita: quase todos os circunstantes eram mais hábeis na explicação dos poemas do que os seus autores. Por isso, ainda quanto aos poetas, ocorreu-me que o que eles compõem não o compõem em virtude do saber, mas em virtude da natureza, e porque estavam inspirados, ao modo dos profetas e dos adivinhos. Também estes proferem ditos muito belos, sem ciência do que dizem. Pareceu-me evidente que também os poetas experimentavam algo de semelhante. Ao mesmo tempo compreendi que eles, em virtude do seu génio poético, se julgavam os mais sábios dos homens mesmo em outros assuntos, todavia não o sendo. Abandonei assim os poetas, persuadido de possuir em relação a eles o mesmo ascendente que verificara possuir em relação aos políticos.

    • Justiniano diz:

      Ora, meu caro Jecta, mas a tragédia deve ser apenas falada, cantada, nunca explicada, pois que não carece de explicação!! Aí reside a virtude do profeta e do poeta, no saber que sim porque sim, sem mais!! Saber ver uma tragédia lá onde esta ocorrer não é coisa pouca num mundo de vesgos!! Depois de a apontar todos os outros poderão ser lestos a albardá-la, e aí, nesse caso, será sempre uma outra tragédia!!
      Um bem haja,

      • Carlos Vidal diz:

        Exactamente meu caro Justiniano. Uma tragédia, o enfoque ou o espírito trágico são para ser cantados (a tragédia tem na música a oportunidade de se libertar do seu “medium” corpóreo e nos fazer chegar a uma outra realidade) ou “dançados” (é Nietzsche que aqui desponta, a dança como única verdade); ver o trágico é quase sublime pois o trágico (conflito entre ideia e realidade) é naturalmente indiscernível e indecidível. E o êxtase trágico é colectivo. Dizia Wagner que nos anfiteatros gregos o povo se ligava, nos teatros burgueses o povo (individualizado, separado) preguiça apenas.
        (Quanto à cabeleireira do “Blasfémias”, essa, nem dormir sabe; nem tampouco ir à praia, onde o sublime também desponta de modo indiscernível.)

        Outro bem haja.
        cv

      • almajecta diz:

        Dizeis com propriedade caríssimo Justiniano, nesta dôr suprema chegaram os idos de Março, Acto 3, Cena 1 do Júlio César, mais a grande Batalha de Farsália. Já Seutónio afirmara que nada fora dito, o bom amigo Carlos é senhor para 5 Actos, no mínimo.
        O meu coração lamenta que a virtude não pode viver fora dos dentes da emulação.

        • Justiniano diz:

          Meus caros, também fui à praia. Uma verdadeira tragédia!!!
          A jovialidade e firmeza dos corpos femininos!! E tanta tipa boa!! Animadas pela pura expressão de beleza!! Retrato verdadeiramente impressivo!!
          Outras careciam de uma terceira e quarta mirada, e quando se lhes entendemos toda a beleza é absolutamente encantadora de não tão evidente, profunda, a raiar o sublime!!

          • Carlos Vidal diz:

            «Eram aquelas meninas da escola, fugindo dela, de olhos ufanos e tão doces lábios; as rusgas frequentes da polícia; o fragor da catarata do tempo. “Nunca mais tão jovens beberemos”. Pode dizer-se que sempre amei as estrangeiras. Vinham da Hungria e de Espanha, da China e da Alemanha, da Rússia e de Itália as que cumularam de alegrias a minha juventude. E, mais tarde, já com cãs, acabei por perder a pouca razão que o longo caudal do tempo tão dificilmente pudera porventura transmitir-me; por uma de Córdoba.»
            (“Panégyrique”, de quem poderia ser?)

          • Justiniano diz:

            Será do nosso amigo G.D.!?

          • Carlos Vidal diz:

            Nem de outro poderia ser:

            «Esta “terra infectada” tornou-se ingovernável; esta terra onde os novos sofrimentos se disfarçam com o nome dos antigos prazeres; e onde as pessoas tanto medo têm. Elas movem-se na noite e são devoradas pelo fogo. Acordam sobressaltadas e às apalpadelas procuram a vida. Ainda por cima corre o boato de a terem extraviado os que a expropriavam. Aí temos uma civilização a arder, a soçobrar e a afundar-se por inteiro. Ah! que belo torpedear!»

  6. Luis Almeida diz:

    Também há uma ignorância “de classe” que origina “opiniões” destas…
    Mas como a história ( e as mudanças históricas ) são feitas pela participação, massiva e empenhada das massas: caixote do lixo da história ( ia e escrever “recicle bin” mas nem reciclada pode ser …) com ela !

  7. De diz:

    “Falhou o golpe de Estado da “classe média” e do poujadismo dos crédito-dependentes. Em Lisboa, não obstante a fúria da SIC e da TVI – de facto, os verdadeiros organizadores da lamúria – os indignados não terão excedido 10 000.”

    Quem assim escreve é um alucinado que responde ao nome de miguel castelo branco.(Num blog qualquer de que não me recordo o nome, porque sigo o preceito para-bíblico do “lixo ao lixo”)
    Os neoliberais cerram fileira em torno do gaspar e das suas políticas.E afiam os dentes.Saem-lhes estas pérolas que permitem ver quão longe vai a honestidade desta quadrilha.
    Nauseabundo

    • Carlos Vidal diz:

      Esse miguel castelo branco é uma personagem inexistente, chamei-lhe noutro lugar de “budo-fascista” – aparece no seu merdoso blogue (não linkar, não o vamos linkar, sff, senão o tipo teria visitantes á nossa custa) a rezar num templo tailandês, e eu não sei se a aventesma vive cá se na Tailândia (terra de muita coisa e muitos “saberes”…….). É para esquecer. A coisa não existe. Nirvana.
      Que desapareça com o deus dele, pois daqui não leva nada.

      • Justiniano diz:

        Ora, caríssimo Vidal, ali o caro Castelo Branco pode ser tudo isso e muito mais, pode ter pulgas, sarna e outras coisas mais. Mas já lhe li muitos e extraordinários textos!! À laia de desabafo, de canto e de reflexão!! Também já lhe li palavaras e textos manifestamente infelizes, mas quem não cultiva o exagero!!!??
        Tenho por princípio louvar a boa inteligencia lá onde esta ocorrer e tenho por certo que o caríssimo Vidal também!!

        • Carlos Vidal diz:

          Não mudaria muitas vírgulas ao seu comentário, caro Justiniano (de facto, cultivamos o excesso, como o meu caro também, para errar e errar cada vez melhor).

  8. imbondeiro diz:

    Tadita da senhora. Pena é que andem aí há décadas uns corifeus a anunciar o passamento do romance. É que eu hoje sinto-me irremediavelmente queirosiano. A senhora em questão que vá à obra do Eça, pois lá encontrará o santo remédio para essa intragável doença da meia-idade que é o disparate monumental produto de cabeças desocupadas e de vidas amargas e enfastiadas: canse o corpo, senhora, canse o corpo. E desampare a loja.

    • Carlos Vidal diz:

      Um bom conselho para a dita cabeleireira: cansar o corpo (seja lá o que isso quer dizer, e quer dizer muito), pois o cérebro não o pode cansar – emigrou prá praia!

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