A nata da malandragem

Ora deixa cá ver como se processa, então, a tão badalada função social das empresas do senhor Alexandre Soares dos Santos.

1 de Maio: milhares de famílias deixaram para cima de 100€ nos supermercados do senhor.
13 e 14 de Maio: gasta aí 20€ no que te apetecer e depois levas a carne que quiseres com 50% de desconto.
24 de Maio: passa para cá mais 25€ e vai à peixaria onde a funcionária que já era explorada e vai continuar a sê-lo te vende o peixe que quiseres com 50% de desconto.

Eu sei. Sou eu que sou mau. Anda Chico e pede desculpa por mim ao senhor!

 

Este artigo foi publicado em cinco dias and tagged , . Bookmark the permalink.

51 Responses to A nata da malandragem

  1. JgMenos diz:

    A função social de uma empresa não é perder dinheiro…é ganhar dinheiro!
    Quem não ganha dinheiro desaparece e fica sem função de qualquer espécie.
    Explicar o óbvio é deprimente…

    • Carlos Guedes diz:

      Você ganha dinheiro?

    • Baresi88 diz:

      Tenho a pequena ou grande impressão que gostavas de ser explorado! De viver no limiar da pobreza. Se calhar fazia-te bem pensares um bocadinho e saires debaixo da saia da Direita, a ver se conseguias pensar um bocadinho, mas não sei se tens essa capacidade.

      • antónimo diz:

        Uma coisa espantosa é que de certos raciocínios decorre haver quem ache que se Alexandre Soares dos Santos falisse (por exemplo, proibindo-o de ir para a Holanda) a malta também ia morrer à fome porque ninguém iria abrir outro supermercado no local (o que inevitavelmente reempregaria os ex-trabalhadores do PD).

      • JgMenos diz:

        Tudo muito confuso; e sempre a lamentável tendencia de tratar da pessoa e não do assunto. Quanto à pessoa:
        – quando trabalho ganho
        – gosto de ser explorado porque de contrário não tenho trabalho; o grau de exploração sou eu que o determino: aceito ou não trabalho.
        – da direita recolho o sentido de olhar pela minha vida sem aguardar o decreto ou o subsídio salvador; sou um proletário independente, valorizo e vendo o meu trabalho e não me explora quem quer.
        – da esquerda rejeito esse vago sentido de que um qualquer colectivo há-de resolver os meus problemas.
        Quanto a trabalho tem-me bastado como pensamento.
        Outros terão outras necessidades, e seguramente a organização social tem de acomodar o colectivo.

  2. Carlos Carapeto diz:

    E que papel está reservado a quem gera esses dinheiro (produz riqueza) ? Escravatura?

  3. M.D. diz:

    E então? Alguém obriga? Alguém mete uma pistola na cabeça das pessoas? As regras ~são claras. Cabe a cada individuo analisar o seu caso e ver quais os beneficios que pode tirar da situação. Depois de tantos anos a esquerda ainda não percebeu que um Bom negócio é aquele que é bom para as duas partes. O problema é verem a economia como uma expressão de soma nula, em que quando alguém ganha é porque outro está a perder.

    • A.Silva diz:

      Aliás M.D. é exactamente como você diz, e é ver os Soares dos Santos a encherem-se de dinheiro e o pessoal também todo a encher-se de dinheiro, agora que cortaram subsidios de férias e 13º mês, com o aumento dos impostos, das taxas moderadoras, etc,etc… é só ver “as duas partes” a lucrar.
      Aliás é por isso que as estatisticas assinalam que cada vez os ricos estão mais ricos e os pobres mais pobres e a classe média a desaparecer.

      Mas vocês não se enxergam? Não abrem os olhos, ou quem é que julgam que enganam com essa conversa de atrasados mentais?

      • M.D. diz:

        Será mesmo que os ricos ficam mais ricos, e os pobres mais pobres…? Convém abrir os orizontes:

        • Carlos Guedes diz:

          Abrir os olhos? Expandir os horizontes? Seria isto?

          • M.D. diz:

            Sim, não sei se viu o video. São apenas 3 minutos, mas se calhar é mais importante rerferir uns erros e gralhas no meu texto.

            Ps: bem sei que o video é feito pelo grande satan americano, ainda por cima por uma instituição neo-ultra-mega-giga-liberal. Mas veja-o com inteligência e no fim diga-me se prefere 1/6 da pizza, ou 1/9 da pizza…

          • Carlos Guedes diz:

            Não gosto de pizza.

          • De diz:

            Esse espírito de caridadezinha das donas
            Fede!!!

            E não se enxergam

        • De diz:

          Ah!
          MD despeja o ideário neoliberal cada vez mais objectivamente.
          Afinal a arquitecta que não o era, não passa de uma difusora dos novos “mundos”
          Pena que os novos mundos sejam os velhos reciclados.
          Para esconder uma coisa tão simples.
          Os exploradores querem continuar na mesma senda:O da exploração desenfreada.
          E depois até põem videos para educar o “pessoau”.
          MD apenas serve de veículo emissor…da doutrina

          • M.D. diz:

            Exacto, da doutrina Liberal. E o senhor? Porque não se assume? Diga lá qual o comunismo que pretende? O Russo de Estaline, o Cubano de Fidel, o Chinês de Mao, o Norte Coreano de Ping…? Não sei se já reparou mas chamar alguém de liberal representa um insulto apenas para a sua cabeça. Já ser chamado de comunista e ficar ligado ao maior rasto de miséria, sofrimento, degradação e genocidio da história da humanidade…

          • M.D. diz:

            Quanto ao video, nada..?! Não faz sentido, não é… Prefere a ignorância da ilusão à aceitação da realidade.

            Carlos, esperava mais de si do que apenas “não gosto de pizza”. De qualquer forma também seria demais querer que escrevesse “Epá… o video até faz sentido”. Mas pela resposta, sei que lá no fundo percebeu a mensagem. Ela é apenas e só incompativel com a doutrina. E nós sabemos que para um comunista, não há muito mais para além da doutrina…

          • Carlos Guedes diz:

            Não deposite muitas esperanças em mim… sou um caso perdido. Comunista há anos demais para me deixar «envenenar» por uma tontice (desculpe, é o que é) propagandista. Olhe, quer ver uma coisa? Espreite aqui, sff.

          • De diz:

            A máquina falhou?
            A da trabalhadora qualificada?
            Lol

            O maior miséria dos nossos dias é capitalismo.
            Não sabia?

  4. PM diz:

    Gostava de saber o que entende por ‘exploração’. Tanto quanto conheço, uma funcionária do pingo doce que trabalhe a full time ganha acima dos 800.

    É uma fortuna? Certamente que não.

    Mas também não me parece que se chamar a isso um salário de ‘exploração’, por um trabalho que não é propriamente qualificado, sobretudo dado o panorama geral em que a licenciados em inicio de carreira são oferecidos empregos a valer entre o salário mínimo e 600 euros.

    Eu percebo a atractividade do alvo, e que muitas vezes eles metem-se a jeito, mas a Esquerda devia parar de tentar fazer do PD a besta negra e a raíz de todos os males.

    • M.D. diz:

      Desculpe meter uma achega, mas inclusivamente os funcionários do PD têm em comparação com a concorrência, condições gerais de trabalho significativamente superiores, nas quais a componente financeira também se aplica. Também nunca percebi essa do ser explorado pelo PD…

      • Carlos Guedes diz:

        Não? Conhece muitos funcionários do PD? Fala com eles?

        • M.D. diz:

          Conheço centenas, no âmbito da minha actividade profissional. Conheço também a realidade da concorrência, pelo que falo por conhecimento de causa.

          • De diz:

            Afinal o patrão bonzinho de MD deve andar próximo do salafrário do PD.
            Será o próprio?

            Mas entretanto vamos tendo a confirmação de algo que o vigarista patrão antes tinha negado:
            http://www.dn.pt/inicio/economia/interior.aspx?content_id=2546237
            Pingo Doce quer obrigar fornecedores a fazer descontos
            O Pingo Doce está a tentar negociar cláusulas adicionais aos seus contratos com empresas de lacticínios para as obrigar a “contribuírem” para as suas campanhas promocionais, disse à Lusa o presidente da Associação Nacional dos Industriais de Lacticínios (ANIL)
            “…a fim de obter comparticipações para pagar as campanhas promocionais que os supermercados têm feito e aumentar as margens de lucro entre 2 a 3,5 por cento.”

            Parasitam a economia nacional e querem mais lucros À custa de quem?
            O exemplo do neoliberalismo à solta.

            Vampiros dum raio.
            Podem escrever outras qualificações .

        • PM diz:

          Conheço quem o tenha sido até há bem pouco tempo. E sim, falo com ela. E conheço outros exemplos na 3a pessoa. Já deixei aqui o que sei e conheço.

          Se o Carlos tem outros dados e informações quanto à especificidade da ‘exploração’ está à espera do quê para os divulgar?

          Isto, independentemente de haver imenso a criticar nas práticas comerciais do PD, nomeadamente na relação com os fornecedores, que são, esses sim, explorados.

        • De diz:

          Na mouche Carlos Guedes
          🙂

          • Carlos Guedes diz:

            Pois… e quanto às relações laborais no PD ainda há muito para contar. A seu tempo. Não gosto de «escrever» no vazio… e tudo leva o seu tempo. Mas conto, em breve, ter «matéria» para contrariar o que por aqui se vai escrevendo. O PD não é, nem está perto de ser, um paraíso!

          • M.D. diz:

            Bons números. Esqueceu-se dos fringe benefits, pelo que análise fica desonesta. Quando vier mais tarde colocar cá os números para “provar” que o PD não é um paraiso (como se todas as empresas o fossem, ou tivessem que ser) não se esqueça de em nome da honestidade fazer uma análise séria e entrar com os fringe benefits.

          • De diz:

            Ah, os fringe benefits.
            É preciso não esquecê-los.
            🙂

            Será que MD se lembrou deles quando defendia atabalhoadamente o patrão a contratar um arquitecto pela módica quantia de 500 euros?
            Faltava isso.Os “fringe benefits.”

  5. licas diz:

    PM:
    Não insista (não é porque não tenha razão) mas *eles*
    precisam, para viverem bem na sua pele, precisam de adversários.
    E têm vários: os ricos, os poderosos, os investidores, os bancos,
    Bruxelas, a Merkel, os liberais, os EUA (Grande Satã) e Israel.
    Além do Capitalismo, of course . . . .

    • De diz:

      “licas”?
      A usar a terminologia de MD?
      Grande satã? (ou satan à maneira da qualificada”trabalhadora” MD ?)
      Os bons exemplos replicam-se rapidamente.
      Mas é bom ver de que lado se posicionam
      Lololol

      • M.D. diz:

        Cada vez mais percebo o seu repúdio à minha pessoa. Veja-se, sou:

        – Uma trabalhadora qualificada, o que não sendo patronato me coloca mais perto deste, e portanto mais próxima de explorar outros trabalhadores não qualificados que estão abaixo de mim na cadeia hierárquica da empresa…

        – Não tenho (nem temos na empresa) uma relação de Luta de Classes para com o nosso patrão, o que na sua cabeça apenas faz sentido por estarmos coniventes com este na opressão da classe trabalhadora (?!?! que somos nós próprios…)

        – Tenho flexibilidade de horário e posso postar a horas que quero, ao contrário de não ter estudado e estar das 9 às 18 a meter tampas em garrafas de yougurts numa fábrica

        – O meu patrão paga-me um seguro de saúde que uso em clinicas privadas quando preciso, pois o SNS raramente resolve os meus problemas, estando obviamente a alimentar “grandes grupos económicos”

        – Tenho como espectativa colocar os meus filhos na escola privada que entender

        – Sou uma Liberal (neo-ultra-etc)

        Deve fazer sentido…

        • Carlos Guedes diz:

          Não seria altura de irem «namorar» para outras caixas de comentários? Começo a sentir-me uma espécie de voyeur

          • De diz:

            🙂
            qual namoro qual carapuça.
            Apenas o chamar o nome aos bois.Sempre.

            E a divertir-me no caso concreto com a posta de MD,quando ela fala de si e do seu umbigo.Vai é mudando um pouco de umbigo com as circunstâncias

            Mas o que é que temos a ver com a vida privada de MD?
            Há pouco queixava-se do dinheiro pago na privada pelo facto do SNS não funcionar.(afinal era treta)Agora fala que o seguro de saúde é do patrão

            Mas claro que deve fazer sentido.Lol.Então não?

        • Carlos Guedes diz:

          Mas, M.D. deixe-me dizer-lhe: mantenha essa expectativa de colocar os seus filhos na escola privada que entender. E deixe-me a liberdade de manter os meus na escola pública, gratuita e qualidade que eu escolher. Sim?
          Se e quando a coisa correr mal nas clínicas privadas de que é utente (cliente?) – e entenda que não desejo que tal coisa aconteça – verá que é para um hospital público que será transferida.

          • M.D. diz:

            Carlos, defina gratuito sff. A escola pública não é gratuita. É paga por si e por mim, assim como é paga por aqueles que não a utilizam.

            Da mesma forma a saúde também não é gratuita, é paga pelos contribuintes. Aliás, dinheir público é algo que não existe. O que existe é dinheiro dos contribuintes.

          • Carlos Guedes diz:

            Não se arme aos cucos. Se quer ir por aí quero uma escola sem dupla taxação! Não me teste a paciência. É sábado, está calor e estou quase a fechar a caixa de comentários…

      • De diz:

        Ah e já agora.
        A flexibilidade de horário não está garantida a quem não estudou ou a quem anda a meter tampas em garrafas.

        Esse desprezo pelo trabalho dos outros…
        Essa ignorância pela ignorância do patronato..Patronato que no caso português tem o menor índice de escolaridade da Europa.Com menos habilitações que os que empregam.
        🙂

        • M.D. diz:

          Se os “trabalhadores oprimidos e explorados” são tão mais inteligentes e bem formados que os “ignorantes opressores do patronato”, não percebo como não lhes passam a perna e invertem os papeis…

          • De diz:

            Passar a perna?
            Inverter os papéis?
            Lol.
            Um neoliberal continua a babar-se sempre pelo lucro.E a não ter qualquer prurido na forma como o obtém
            A questão está em quem detém os meios de produção…

            O que se quer é acabar com a exploração do Homem.Nem passar a perna, nem inverter papéis..

            É muito difícil de entender.Ou pelo contrário é fácil demais?

          • M.D. diz:

            DE, é a reacção natural do ser humano. Se está a ser oprimido e explorado por alguém mais ignorante que ele, irá revoltar-se e inverter os papeis. Se não o faz, é porque ou não está a ser oprimido, ou não é mais inteleginte que o “patronato”, ou, asme-se, as duas anteriores em simultaneo…

          • De diz:

            Reacção natural do ser humano?
            Humm

            Isso é lá nos terrenos pantanosos do sauve qui peut neoliberais.

            Não diga disparates por favor.Não tem nada a ver com “inteligência” .
            Tem a ver com quem detém os meios de produção.
            E de quem detém o poder.

            Por exemplo as relações exemplares entre Relvas e o chefe das secretas..
            Um patife neoliberal a atropelar regras elementares do estado dito democrático?Não,
            trata-se da reacção natural do ser humano.Da estirpe neoliberal, género direitista baixa, para tentar manter os seus privilégios a todo o custo

          • M.D. diz:

            DE, tenho uma novidade para si: antes de sermos de direita ou esquerda, comuna ou liberal, somos seres humanos, e estes regem-se por incentivos (não veja só o dinheiro à frente sff). Essa história que conta que “isso é coisa de pulha direitista” é mais um auto-retracto de visão do mundo em fúnil. O primeiro instinto do ser humano é o da sobrevivência, por isso repito-lhe: a história do trabalhador inteligente ser oprimido e explorado pelo patronato ignorante, é de rir.

          • Carlos Guedes diz:

            Obrigado pela novidade. Agora vá apreciar o domingo que está um lindo dia. Esta caixa de comentários encerrou.

          • Carlos Guedes diz:

            De rir, de rir mesmo, é imaginar o mundo em que você vive. Até agora assisti mais ou menos impávido às alarvidades que por aqui vai debitando. Mas hoje acordei mal disposto. Acresce que ler «a história do trabalhador inteligente ser oprimido e explorado pelo patronato ignorante, é de rir» logo pela manhã agrava ainda mais essa disposição. Se a M.D. é uma privilegiada ainda bem. Espero que consiga manter o seu emprego e o belo patrão mais todas as regalias a que tem direito e mais algumas. Se e quando a coisa correr mal. Não se esqueça das palermices que por aqui foi escrevendo. Já deixei que provocasse demais. Por mim, acabou!
            E não se esqueça… no dia em que estiver a ser «atacada» muitos dos que primeiro se levantarão serão aqueles com os quais se fartou de «gozar» nestas caixas de comentários! Fique bem!

        • M.D. diz:

          Carlos, não me estou a armar aos cucos. Até concordo consigo, também não quero uma escola com dupla taxação. Mas concorda que não há tal coisa como escola ou saúde pública gratuita…

          • Carlos Guedes diz:

            Não, não concordo.

          • M.D. diz:

            Está no seu direito. Gostava é que explicasse de onde vem o dinheiro. Ou pretende a nacionalização dos meios de produção…?

          • Carlos Guedes diz:

            Não sei a que meios de produção se refere… no estado em que o país se encontra os meios de produção são matéria de História nos bancos de escola. Mas sim, não vejo outro caminho para resolver o que por cá (e não só) se vai passando. Acha que a austeridade resolve o problema? De que forma? Acenando com a cenoura à frente dos nossos narizes, prometendo que as medidas são temporárias… e por aí fora?

          • M.D. diz:

            A austeridade é por um lado inevitável, mas ao mesmo tempo concordo que será a cura que irá matar o doente. A austeridade deveria ser a austeridade do Estado, isto é, reduzir os seus custos apenas permitindo que seja gasto dinheiro nas funções básicas destinadas ao estado. Como uma liberal que sou não posso nunca estar de acordo com medidas de austeridade que sufocam as pessoas, as empresas e em resumo a economia. Taxas de imposto como as que temos actualmente vão acabar por nos levar à ruína. Acho um nojo o corte dos subsidios de Natal e de férias, e ainda pior os cortes nas pensões. É o exemplo máximo de (má) gestão que o Estado abe fazer. Diz-nos que nós os individuos não somos adultos suficientes para gerirmos o produto do nosso trabalho, e que por isso retirará uma parte do nosso rendimento mensal, que o guardará e entregará quando nos reformarmos. Já não havia dúvidas, mas com este roubo oficializado temos a prova que não só o sistema não funciona, como o Estado não é pessoa de bem. Claro que mesmo com estas regras, em que é o Estado a obrigar os cidadãos a entregar-lhe parte do seu trabalho para depois esbanjar como quer, ainda há pessoas que acreditam que temos há 38 anos implementado um estado capitalista-direitista-ultra-neo-liberal.

  6. DNV diz:

    Esqueceste-te do desconto mais importante deste fds, Pack de Sagres leva 2 paga 1, e Monte Velho também porque às vezes sabe bem. Com este tempo, digamos que até se encaixa na minha definição de “função social” 😉

Os comentários estão fechados.