Não destruam o que nunca foram (e nunca serão) capazes de construir (I)

Eles têm medo da malta que perde o medo. Eles têm medo porque não percebem o que se passa. Eles não percebem porque não se dão ao trabalho de tentar perceber. Eles passam pela cidade como se fossem os seus donos e usam-na como um trampolim. A cidade tem um rio que é de ouro e esse nunca a abandonou. A cidade tem um Rio que não merece e que urge derrotar.

O Es.Col.A. do Alto do Fontinha está vivo e muito recomendável.

(continua)

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