Até o único vídeo que o MAI gostaria que fosse filmado, nas costas da polícia, demonstra que a repressão foi indiscriminada. Manifestantes pacíficos, jornalistas, turistas ou simples transeuntes, foram varridos por ordem do abjecto Miguel Macedo.

O Miguel Macedo é um cobarde. Deixa que uma ordem sua, ou da qual tem absoluta responsabilidade, recaia unicamente sobre o agente policial que agrediu a jornalista da AFP, quando outras agressões foram manifestamente provadas na praça pública, com episódios graves nos dias que se seguiram. Para o trambolho do MAI a operação foi “adequada e proporcional”, esquecendo também as agressões ao José Sena Goulão, fotografo da Agência Lusa, que entretanto processou o Estado.

A ideia estapafúrdia de que as agressões aos jornalistas foram os únicos crimes cometidos pelo Macedo, no dia 22 de Março, reflecte bem o carácter deste governo que mesmo sobre isso diz ter havido um problema de identificação. O vídeo acima desmonta o último recurso estilístico de um aldrabão que tresanda a Salazar. Queria malhar à vontade nos movimentos que estão na rua a lutar para que seja derrubado, mas isso será, paradoxalmente, o maior acelerador da sua demissão.

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