Um tratado sobre jornalismo

Contraditório porquê se a fonte da notícia foi alguém do Governo?” por Óscar Mascarenhas

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6 respostas a Um tratado sobre jornalismo

  1. Antónimo diz:

    Almeida Leite confunde a opinião legítima, embora lamentável, que faz nos blogues com o jornalismo que devia fazer no DN, mas isso não espanta. Também não espanta que sejam esses os jornalistas que se mantêm nos quadros das empresas de comunicação social e que são promovidos.

    O que espanta é que o sub-director Nuno Saraiva vá em defesa do jornalista.

  2. De diz:

    Não há quaisquer escrúpulos por parte desta “canalha”.

    Fique aqui registado mais uma vez o nome dos nojentos serviçais:
    Francisco Almeida Leite.
    Subdiretor Nuno Saraiva

    Para que conste.

    • Antónimo diz:

      O pior é que, pelo que escreve, nuno saraiva nem será um serviçal.

      • Luis Almeida diz:

        Um sub-director a mando do Governo É um serviçal…

        • antónimo diz:

          pelo que saraiva escreve, está bem longe de andar a mando do governo, bem ao contrário de almeida leite que andou pelo albergue espanhol e não distingue a opinião que lá fazia do jornalismo que devia fazer no dn e mesmo assim está empregado.

  3. Marco V. diz:

    Há muito sabemos que o jornalismo hoje é isto. Meros lacaios ou correias de transmissão. Agora quando os próprios jornalistas já nem sequer o disfarçam, retrata bem ao que chegámos, como diria S. Maia, ao “Estado a que isto chegou”.
    Então essa dos 30 dias de férias que muitos ainda julgam ser verdade, é o mesmo que o DN noticiar que o Carnaval para o ano é à 3ª feira ou que a passagem de ano é a 31.
    Enfim, e nós cá vamos andando com a cabeça entre as orelhas.

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