Falemos de contagens de manifestações

Ontem foi dia de manifestações em Espanha. Os sindicatos anunciam que estiveram meio milhão de pessoas nas ruas, o governo e a polícia centenas de milhar, o Público português umas dezenas de milhar.
Aqui fica o diagrama da distribuição territorial das manifestações e números divergentes. O Público não revela a distribuição territorial que considerou no seu título.

Este artigo foi publicado em cinco dias. Bookmark o permalink.

12 Responses to Falemos de contagens de manifestações

  1. JgMenos diz:

    ‘A verdadeira alternativa afirma-se na luta por uma democracia cultural que garanta o livre acesso de todos à criação e fruição artística e cultural numa lógica de Serviço Público.’
    Tanta conversa para promover o ‘mais do mesmo’: mamar na teta do Estado, naturalmente governado pelos camaradas progressistas!!!

  2. JgMenos diz:

    As contagens por metro quadrado são talvez as mais interessantes:
    Terreiro do Paço= 40.ooo m2 *6 (muito apertadinhos e com um braço no ar)= 240.000!

    • De diz:

      JgMenos para contabilista.
      É preeciso ter algum cuidado.Alguns dos seus antecessores meteram a mão na massa.
      Muito apertadinhos deviam estar no local apropriado.
      E agora uns pontos de exclamação!!!

    • Carlos Carapeto diz:

      Este gajo é cegueta!
      Nem reparou que os manifestantes no Terreiro do Povo (Paço) só tinham um pé no chão.

      Grandes, mesmo grandes eram as manifestações da maioria silenciosa. É isso?

  3. xatoo diz:

    é crise, o budget não dá para mais, o “Publico” esteve em Badajoz entre as 13 e as 16 horas

  4. Sassmine diz:

    Impõe-se a blague francesa: Sarkozy — 1,20m de acordo com os sindicatos, 2,10m segundo o governo. 🙂

  5. gv diz:

    Devem ter sido a proporção dos “300 mil” da cgtp/pc… A malta dos sindicatos só sabe fazer contas em proveito próprio

    • De diz:

      Em proveito próprio?
      Este refere-se à nossa governação,não?
      Em que se os governos se amesendaram para servir os grandes interesses económico-financeiros, enquanto se iam servindo sem pudor do repasto alheio
      …e continuam a servir-se

  6. notrivia diz:

    O bom da coisa é que, independentemente do que dizem os jornais, o governo ou a policia, certo é que para já, o cavaqueiras tem medo de sair a rua e os outros todos não devem andar muito longe.
    E a meu ver, isso é que é preciso. Não levem a manta, não… Ai, ai!

Os comentários estão fechados.