DEPOSTO PELA HISTÓRIA – Onde anda a Carbonária quando mais se precisa dela?

“Isto só pode ser garantido, zelado e velado por um chefe de Estado eleito pela história.”

“Alguém que, ao olhar para trás, perceba as pegadas históricas e que nos diga de onde viemos. Alguém que, ao olhar para a frente, veja uma continuidade e não uma ruptura episódica, ditada por interesses partidários presos apenas ao espírito do tempo. Alguém que una e não exclua. Um Chefe de Estado que esteja ao serviço da Nação e que não se sirva dela. (…) não aceitamos que uma chefia de Estado se legitime na espuma de dogmas passados e vontades impostas, em que ao povo português continue a ser negada a possibilidade de escolher um futuro possível e digno. A razão democrática e a justiça histórica abona a favor dos nossos príncipios. Da nossa verdade. Acreditamos que o Senhor D. Duarte de Bragança – único e legítimo pretendente ao trono português – poderá dignificar a chefia de Estado portuguesa.”

No museu de Arte Antiga, claro.

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