Unidade, unidade, unidade

 

Escrevia há pouco no Facebook, a propósito destas belíssimas fotos:

«Sempre belas, as fotos da Paulete Matos da manif de hoje, que achei desconfortavelmente pequenina mas honrada. Tempo, se calhar, de se assumirem algumas coisas: Que o fulcro de tudo, agora, está na destruição do arremedo de estado social e, sobretudo, no trabalho e na sua precarização generalizada – entre contratos precários e os que supostamente não o são. Que nada é viável sem tudo aquilo que junte trabalhadores “clássicos”, precários, desempegados e reformados. Que todos os obstáculos que cada um de nós coloque a essa convergência são, hoje, criminosos.»

Mesmo ao correr das teclas, ficou escrito algo que me pareceu urgente tornar-se mais público.
E aqui fica.

 
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