Manifesto pela desclassificação do Douro como Património da Humanidade


O Douro que nós amamos – o Douro das paisagens, das gentes, da natureza – não é aquele que nos querem impor: um Douro feito de betão, de turbinas e de lagos artificiais apenas para que negociatas entre o Estado e empresas privadas permitam a riqueza de alguns.
Hoje mesmo, enviei uma Carta por Correio para os responsáveis da UNESCO e do ICOMOS, respectivamente Irina Bokova (directora-geral) e Gustavo Araoz (presidente). Enviei também por mail para todos os membros das duas instituições e pelo Facebook para todos os apaixonados pelo Douro em Portugal e no Mundo.
Aquilo que proponho – a desclassifcação do Douro Património Mundial – pode ser polémico, mas não haverá muito mais a fazer. O Governo já anunciou, através desse homem de cultura que se chama Francisco José Viegas, que não interrompe a construção da Barragem. Num país em condições, o Douro continuaria a ser Património da Humanidade e o Vale do Tua teria, ele mesmo, a sua própria classificação.
E porque ainda vamos a tempo, é altura de espalhar esta mensagem por todo o mundo e tornar o Tua uma questão com exposição internacional. Todos os que a leram têm nas suas mãos a oportunidade de fazer algo pela região que todos amamos.
O texto completo da Carta, em Inglês e em Português, pode ser lido no Aventar.

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