FORMAS DE EXPRESSÃO, FORMAS DE PENSAR

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13 Responses to FORMAS DE EXPRESSÃO, FORMAS DE PENSAR

  1. A segunda imagem é, na minha humilde opinião, uma das grandes obras de arte do século xx. É pelo menos, de todas, aquela que mais me toca. Dez anos depois de a ter descoberto, continuo sensibilizado e excitado de cada vez que a vejo. (Como toda a obra de cinema do seu autor, aliás.)

  2. Carlos Vidal diz:

    É que a primeira imagem também não me deixa indiferente.
    (E mais não digo, até porque, agora, a PIDE anda por aí.)

  3. anonimo diz:

    a segunda imagem não é de uma palavra de ordem de um dos grupos mais críticos do capitalismo de estado em funções na URSS na(s) década(s) em que estes estiveram activos?
    e o vidal usa-a assim, sem um “disclaimer” que seja?
    já não há vergonha…

    • Carlos Vidal diz:

      Oh, faltava-me este sr. (anonimo) para me repreender com Debord !!
      Eu até me orgulho de o ter introduzido nos debates nacionais, quer como crítico de arte (desde 1992), quer como artista plástico.

      Disso ficaram dois livros meus:
      “Democracia e Livre Iniciativa: Política, Arte e Estética”, Fenda, 1996.
      e
      “A Representação da Vanguarda: Contradições Dinâmicas na Arte Contemporânea”, Celta, 2002.

      Apanho com cada um……
      ( Além do mais, Debord produziu teoria incontornável e não reduziu Lenine à burocracia. Analisa-o profundamente nos Capítulos 3 e 4 d’ A Sociedade do Espectáculo. E é isso que é necessário fazer: por si só, usar a expressão “capitalismo de estado” sem trabalho e reflexão, não serve para nada. Além do mais, o Debord foi o tema do meu post de estreia nesta casa:
      http://5dias.net/2008/11/07/louvor-de-guy-debord-a-melhor-prosa-francesa-do-seculo-xx-%e2%80%93-ja-agora-sem-french-bashing-que-nao-uso-ca-em-casa/ )

      • anonimo diz:

        mas e estaline? o que é que o debord diz de estaline?
        isso é que toda a gente quer saber, homem!

        • Carlos Vidal diz:

          Cá vai:
          atribui-lhe a exponenciação do espectáculo concentrado, uma terrível forma de organização burocrática da sociedade.
          A outra forma de espectáculo, o difuso (EUA), partilha com o concentrado a unidade na miséria.
          E isto, na tese 107 de La Société…..:
          “O estalinismo foi o reino do terror na própria classe burocrática”.

          Não tenho de acompanhar Debord neste ponto.
          (Apesar de em tempos idos andar, em todos os pontos e teses, por aqui.)

        • De diz:

          Posso?
          “toda a gente quer saber,homem”
          O toda a gente é afinal um home (grafia correcta)…que saliva pelo espectáculozinho…
          que lhe saiu furado

          Home…
          já não há bergonha?

          Recapitulemos:
          Ne travailllez jamais
          Pagaremos a vossa dívida ao tiro

          • Carlos Vidal diz:

            Síntese perfeita a sua, amigo De.
            O indivíduo queria festa! E eu fiz o possível por (não) lhe dar a sua festa (ou festança).
            Agora ele vai ficar caladinho.
            E a síntese é perfeita por isso mesmo:

            Ne travaillez jamais
            (jamais para pagar a dívida dos meninos do Millenium e do sr. salgado e cia.)

            E, sim, pagaremos a vossa dívida ao tiro.
            Nada mais havendo a acrescentar, fica lavrada esta acta a 26 de Novembro, 2011. (Um dia depois do bêbado Jaime Neves nos 70s, que consta ter estado a 25 de Novembro numa casa de putas a divertir-se, ter acabado com as nossas esperanças.)

        • Hernani Gil diz:

          “we are not here to answer cuntish questions”

  4. Pingback: O sentido da manifestação de 24 de Novembro foi muito simples « paisagens contemporâneas

  5. Nuno Simões diz:

    Então o Jaime Neves era um bebedo e acabou-lhe com as esperanças, mesmo estando numa casa de putas a divertir-se?! Eheheh – Nunca vi tanta besteira…
    Puxe lá da sua pistola que eu puxarei da minha – mas não para o obrigar a trabalhar (que interesse tem o “trabalho” de quem não quer ou não sabe trabalhar).

    • Carlos Vidal diz:

      Não percebo.
      Vamos lá a ver se percebo.
      Quer obrigar-me a trabalhar apontando-me uma arma??
      Nem assim…..
      Escusado, jamais.

    • Vasco diz:

      Se gostas assim tanto de trabalhar agradece ao governo por mais meia hora por dia a partir do ano que vem. O teu patrão, pelo menos, agradece os 16 dias à borla que lhe darás por ano. Mas tu gostas, né?

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