Adeus Vítor Pereira, Olá Porto Ferreira!

1969 - Protestos na final da Taça de Portugal entre a Académica e o Benfica, no Jamor.

O F.C.Porto foi arrumado da Taça de Portugal pela Briosa que categórica fez o melhor jogo da época e já reservou o Jamor e o Benfica. Talvez por isso o kapanga Ferreira, que não sabe que quem trabalha a recibo verde trabalha sempre nas horas vagas, se tenha atirado três vezes à parede. Ainda tonto, qual Pereira, meteu a carne toda no assador, mas mesmo assim ficou sem dar resposta aos desafios que se colocaram nesta contenda. Sem defesa, nem argumentos nem capacidade de jogo nas transições, fez duas substituições para resolver uma partida que nunca mostrou ter condições para ganhar. A culpa, afirma, é do “Teixeirismo” (assim, com caixa alta e tudo) e o principal problema, claro, a “LIT”, organização contra a qual parece mexer-se sem dó nem piedade. A juntar à incapacidade da JCP e da JBE se entenderem no movimento, o estudantil e os outros, o que a custo não se concorda mas se entende, continuamos sem saber o que levou os arrivistas a mexerem-se com tanta viscosidade. Não sei se já será o Figueiredo o mestre-escola de tanto disparate ou se ainda é o Fantasia a dar a formação, mas qualquer um dos pós-albaneses devia dar ouvidos ao Pedro Emanuel e aprender que para ir “minando muitas cabeças” é mesmo “importante acreditar no que se faz”. O Pinto da Costa, mais dia, menos dia, vai ver-se livre do Pereira. O BE dificilmente se livra destes no futuro.

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