Adeus Vítor Pereira, Olá Porto Ferreira!

1969 - Protestos na final da Taça de Portugal entre a Académica e o Benfica, no Jamor.

O F.C.Porto foi arrumado da Taça de Portugal pela Briosa que categórica fez o melhor jogo da época e já reservou o Jamor e o Benfica. Talvez por isso o kapanga Ferreira, que não sabe que quem trabalha a recibo verde trabalha sempre nas horas vagas, se tenha atirado três vezes à parede. Ainda tonto, qual Pereira, meteu a carne toda no assador, mas mesmo assim ficou sem dar resposta aos desafios que se colocaram nesta contenda. Sem defesa, nem argumentos nem capacidade de jogo nas transições, fez duas substituições para resolver uma partida que nunca mostrou ter condições para ganhar. A culpa, afirma, é do “Teixeirismo” (assim, com caixa alta e tudo) e o principal problema, claro, a “LIT”, organização contra a qual parece mexer-se sem dó nem piedade. A juntar à incapacidade da JCP e da JBE se entenderem no movimento, o estudantil e os outros, o que a custo não se concorda mas se entende, continuamos sem saber o que levou os arrivistas a mexerem-se com tanta viscosidade. Não sei se já será o Figueiredo o mestre-escola de tanto disparate ou se ainda é o Fantasia a dar a formação, mas qualquer um dos pós-albaneses devia dar ouvidos ao Pedro Emanuel e aprender que para ir “minando muitas cabeças” é mesmo “importante acreditar no que se faz”. O Pinto da Costa, mais dia, menos dia, vai ver-se livre do Pereira. O BE dificilmente se livra destes no futuro.

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6 Responses to Adeus Vítor Pereira, Olá Porto Ferreira!

  1. ah, ah,ah, ah, ah! os putos do bloco têm sonhos húmidos contigo, Renato.

  2. Carlos Vidal diz:

    Sentido de humor no auge das tuas faculdades. Mas o pior é que os imbecis desse blogue vão hoje bater o seu record de visitas.
    Mas às vezes tem de ser, eu sei.

    • Renato Teixeira diz:

      Ora Carlos. Obrigado. Há que abrir bem as portas dos palácios para que se vejam as cuecas dos principes e o estado em que conservam as suas latrinas. Eu sou um grande adepto do Adeus Lenine. Ali não há a cosmética intelectual de outras vias, o carreirismo revela-se em todo do seu esplendor e à política substitui-se a beleza do ressabianço, regra geral pouco e mal articulado. O tipo ainda não percebeu (mas alguém lhe há-de explicar), que deu à estampa todo um auto-elogioso. A gerência agradece e convida, naturalmente. 🙂 Espero conseguir ir à Capela. Aquele abraço.

      • Carlos Vidal diz:

        Toda a FBAUL era uma grande capela. Aquilo tudo era um convento: a PSP, o Governo Civil, o Museu do Chiado, as Belas-Artes. Era tão grande que antes do Terramoto/1755, se chamava àquilo a “Cidade de S. Francisco”. É uma curiosidade; até terça, então.

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