“O que estamos a viver parece um filme de terror mas é real.”

O comentário corajoso e a verdade dos factos, pela grande realizadora e grande amiga, Raquel Freire, sobre “O Padrinho”, filme de 1972, comparado com os filmes da realidade em 2011.

“Como um grupo de mafiosos muito ricos criam bancos e fazem uma economia de casino, comprando políticos corruptos para conseguirem mais poder e mais riquezas, (…) decidiu enriquecer à custa do resto da população, com a desculpa de que é uma crise.”

Ouve na íntegra aqui: ESTE TEMPO – Raquel Freire – 2011-11-08 – Antena 1

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8 respostas a “O que estamos a viver parece um filme de terror mas é real.”

  1. Gentleman diz:

    O sector financeiro é um mero bode expiatório.
    A realidade explicada por quem percebe do assunto

    • De diz:

      Não acredito!

      A falta de vergonha já chega aí?
      Um vídeo de uma coisa que é co-responsável pela presente situação?Ex-ministro.
      “Comentador”perpétuo de tudo o que são media ao serviço da voz do dono,com o discurso repetitivo da crise e do apertar do cinto?

      Nananana
      Já nos entra pela casa fora diariamente.
      Mais propaganda aos defensores desta sociedade podre …?
      Basta!
      ( e agora será que se pode abrir a janela?)

      • Gentleman diz:

        Toca a sineta e o De Pavlov vem logo a correr!
        Algum contra-facto, algum contra-argumento àquilo que Medina Carreira expôs? Claro que não. A vacuidade intelectual do De Pavlov não dá para tanto…

        • De diz:

          Há pouco tempo este gentleman postou um comentário sobre um post aqui no 5 dias.O curioso da questão é que tal comentário revelava que o pobre nem sequer tinha lido a notícia em questão. Poder-se-ia dizer que tinha colocado logo a sua opinião para marcar o seu território,de forma reflexa(daí ele andar sempre com o De Pavlov às costas)
          http://5dias.net/2011/11/09/estilos/

          O pior é que o problema é mais fundo e gentleman sabe o que anda a fazer.Tenta perpetuar a exploração e age de acordo com a luta de classes que quotidianamente travamos,ao serviço claro dos que se apropriam da mais valia dos trabalhadores
          Ponto final parágrafo…

          Tudo isto porquê?
          Porque Gentleman posta aqui um vídeo de Medina Carreira e tem a pretensão que eu apresente algum contra-facto(?) ou algum contra argumento a este curioso espécimen emplumado da voz do dono

          Equívoco redondo.
          Todos os dias somos bombardeados com o paleio desta coisa,chamada Medina Carreira.Fez,faz assim a sua carreira e entre o cargo de ministro do PS até ao lambe-botas da troika,vai pregando a peregrina doutrina que sejam os que trabalham a pagar a crise.Entretanto vai enchendo os cordões da bolsa replicando o fado que os media servem todo o tempo.
          Aparecer este tipo num vídeo equivale a assumir que aceito mais uma vez ouvir falar este primata.
          Ao contrário de Gentleman não finjo que leio comentários e coloco opiniões avulsas.
          Recuso-me tout court a ouvi-lo.Ao carreirista Carreira
          E denuncio a presença da coisa como algo de indigesto e impróprio para consumo.

          Sorry Gentleman.O seu “herói” é um traste que nos querem quotidianamente impingir.Gentleman tenta fazer que a propaganda neo-liberal prossiga também aqui,esquecendo-se que Carreira não só enjoa como também representa a submissão de Portugal aos pulhas da troika
          E uma coisa destas merece ser corrida.
          Por qualquer das formas
          Por uma questão de higiene.
          E não vale a pena vestir a sotaina com que Gentleman se disfarça,comentando o que nem sequer leu.
          Os cúmplices de pulhas não merecem consideração

          Pode-se então abrir a janela

  2. Orlando diz:

    Ouvi ontem na Antena 1 e gostei muito do paralelismo que fez em relação à realidade actual. Chamou os touros pelos nomes, MAFIOSOS. O jornalista ainda tentou, mas a Raquel mostrou-se determinada e informada e não se demoveu da sua lógica, que no meu posto de vista está correctíssima.

  3. De diz:

    Peço desculpa à Raquel.
    Entretive-me com o secundário e não referi o essencial.

    “Só se perdem as que caem no chão”.
    É assim mesmo!

  4. Ricardo Santos Pinto diz:

    Já disse à Raquel: não percebo como é que ainda a deixam continuar com a sua rúbrica e logo numa radio do Estado.

  5. Tiago Mota Saraiva diz:

    Muito bem.

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