18 homens, 2 mulheres, 20 representantes do bloco central, 20 políticos com responsabilidades pelo estado a que o país chegou

Um comunicado pró-troika.

– Título actualizado às 10:01 – 

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9 respostas a 18 homens, 2 mulheres, 20 representantes do bloco central, 20 políticos com responsabilidades pelo estado a que o país chegou

  1. ´De diz:

    O orgão político de consulta de sua exª, convertido em caixa de ressonãncia da governação e da troika.
    Uma “conversa em família” plural e paternalista ?
    Sim,mas sobretudo colaboracionista e capitulacionista
    Entretanto um ex-ministro “socialista” proclama:”Daniel Bessa considera que seria um sinal importante para o mercado externo que a aprovação do Orçamento do Estado (OE) tivesse a luz verde do Partido socialista…”
    Estamos no mar alto.
    Daí o estado nauseoso que tudo isto causa

  2. AF diz:

    Setença: Todos Fuzilados.

    • Carlos Carapeto diz:

      Não sou tão severo. Poupe-se a vida. Pô-los a produzir. Há por aí tanta mina abandonada e outras que estão para abrir “brincadeira deles” é mete-los lá embaixo a enviar minério cá para cima.

  3. A.Silva diz:

    É nauseante!

  4. Bolota diz:

    Tiago,

    Tenho uma duvida…o Poeta Alegre está ali como representante do PS ou proposto pelo BE???

  5. Indignado diz:

    É preciso mostrar a indignação!

    Após seis horas de intenso debate e alguma “cavaqueira”, juntaram-se á volta da mesa para beber uns copos de um tinto alentejano da tasca do povo tendo também degustado uns rissóis da Maria.

    No final da sessão não foi possível chegar a consenso pois a jogada de antecipação da Merkel ao oferecer ao Sarkozy um peluche, deixou o Conselho de Estado á beira de ataque de nervos, pois a vaca grega está seca, a vaca portuguesa está a meio pau, salvo seja. Foi deliberado pensar no assunto, tendo sido levantada a hipótese de se oferecer um biberão ao Sarkozy comprado numa loja de chineses. E para terminar para a próxima conversa em família agendou-se uns croquetes da Maria.

    Se houvesse vergonha, embora não gosto de meter toda a gente no mesmo saco, porque é perigoso, mas a verdade é que “são farinha do mesmo saco”, e que estão no mesmo saco não tenho dúvidas, como dizia o senhor Professor, deste saco a única farinha que me deixa intrigado é o senhor doutor “o médico e escritor”. Todos os outros são pré-revolucionários, revolucionários, pós-revolucionários, contra-revolucionários, com reformas, pensões, subsídios, subvenções, avenças, com direitos adquiridos, algumas destas mentes brilhantes que fazem parte deste conselho e sem querer ser muito mau simultaneamente terão muitas destas mordomias imorais. Eu sei que sou invejoso, estes e tantos outros dedicaram-se á causa pública, com um afinco, chegaram vejam lá a trabalhar setenta e duas horas por dia.

    Agora falando sério, o que já não me espanta é encontrar as marionetes da sociedade sempre juntas: políticos, magistrados, comunicação social, economistas, fiscalistas que se passearam pela governação, pela banca central e comercial.

    Depois do alarde matinal, em que as rádios relatavam que estiveram reunidos 6 horas, acho que percebi o porquê, questão era o que dizer depois das palavras do Obama, em que este avisava os tiranos, olhem para o que aconteceu ao Kadafi.

    Não são os que criaram o problema que o vão resolver, porque o remédio é sempre o mesmo matem o doente, que assim não há doença.

    Acredito que existe solução: O problema é GLOBAL a solução tem que ser GLOBAL
    Indignado,

    • De diz:

      Mas cabe a cada um de nós,fazer o seu trabalho.
      Aqui também.Em Portugal.
      E não ficar à espera dos “arrotos” que todas as personalidades aqui nomeadas (e tão bem retratadas) emitam após os formidáveis repastos.
      E dos seus dejectos orgânicos com que habitualmente presenteiam os seus governados

  6. Samuel diz:

    Conversa da treta… chamo-lhe eu…

  7. O País não são números.
    O País são os idosos que merecem um fim de vida digno.
    O País são as crianças que merecem ter um futuro e poder ter esperança de o alcançar.
    O País são as pessoas do nosso Povo, com todas as suas limitações mas todas as Lusas qualidades.
    O País, senhores governantes, somos todos nós.

    Quando foi que nos esquecemos de governar para as pessoas?

    Vejam lá se entendem isto:
    O objectivo de um Governo é criar as melhores condições de vida para os cidadãos de um país.

    Quais são os desejos de um Povo? (infantilmente explicado)
    – ter um emprego que lhe permita condições financeiras dignas e um tecto
    – ter um bom sistema de saúde onde se possa cuidar
    – ter um sistema de justiça rápido e justo
    – ter um sistema de educação onde possa confiar os filhos
    – ter serviços públicos eficazes
    – ter um sistema cultural bem cuidado que conserve a identidade nacional
    – ter governantes que zelem por estes interesses e não sejam corruptos

    Senhores Governantes, parece-lhes que fazem alguma coisa disto?

    Acham que o Povo se interessa pela dívida, pelo défice, pela balança comercial e pelo raio que os parta a todos?

    Conseguem enfim perceber porque o Povo está divorciado da política e não confia naqueles que são eleitos para os representar?

    A vossa actuação política está dissociada do objectivo de vida do vosso Povo.

    Vocês não estão a governar para fazer cumprir as expectativas da sociedade que representam.
    Governam para defender os objectivos de quem?

    É tão difícil de entender?!

    Ou são incompetentes ou têm uma agenda própria.
    Já agora, choca-me que nos dias que correm apresentem todos os sacrifícios como inevitabilidades.
    Ou passamos fome ou o País fica sem dinheiro.

    Se eu sempre paguei os meus impostos como raio não têm dinheiro?

    E se o gastaram mal gasto… de quem é a culpa, caralho?!

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