Uma citação estimulante, num interessante artigo inédito

«Na sua religiosidade generalizada e no lugar de Deus nos assuntos públicos, na sua suspeição do desacordo, medo de influência externa, desconhecimento dos países estrangeiros e confiança na força militar para lidar com eles, os EUA têm de facto muito em comum com outros países; mas nenhum deles fica na Europa.»

(nem uma nem outro são da minha autoria)

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5 respostas a Uma citação estimulante, num interessante artigo inédito

  1. Miguel diz:

    O post “touche pas a mon Che” foi tão mau que teve de se desculpar agora com este, como se nada tivesse acontecido.

    Infelizmente, já não é a primeira vez que dá uma má prestação a este blog e deixa ficar mal os outros seus colegas.

    • paulogranjo diz:

      Por acaso, os posts foram escritos com minutos de diferença.
      Por acaso, parece-me que você não percebeu metade das implicações da citação (de um escritor estado-unidense), mas apenas a caracterização de alguns dos defeitos dos EUA.
      Por acaso, tendo em conta o grau de indigência intelectual que demonstra por essas caixas de comentários fora, isso não me surpreende.
      Por acaso, só nos seus sonhos húmidos é que você é o censor, o comissário político ou o Bériazinho de trazer por casa do que quer que seja.
      Sem ser por acaso, mas por tudo isso, aconselho-lhe muito urbanamente a que encete uma demanda de regresso à matriz da excelsa senhora que em boa hora o deu à luz.

      • Poisé diz:

        Resposta muito torpe. Quem aparece aqui por acaso, porque o artigo está interessante (e sem conhecer eventuais tricas passadas, como deve ser o caso), lê estas palavras fica com óptima ideia sua.

        • paulogranjo diz:

          Compreendo as razões da sua crítica, reconheço-lhe justeza e apresento-lhe as minhas desculpas, enquanto leitor que aqui chega nas condições que refere.

          Não obstante, peço-lhe que compreenda também as minhas, ou que enquadre a minha reacção no seu contexto.
          Quando, sempre que alguém sugere que personagens como Khadafi ou Mugabe não são santos e arautos de um mundo novo, as mesmas 5 ou 6 alminhas se revezam (em nome próprio ou com diferentes pseudónimos, identificáveis por terem o mesmo IP), repetindo ininterruptamente os mesmos negacionismos, insultando com os mais diversos palavrões ou suspeições torpes quem escreveu o post, aplaudindo os comentários que eles próprios escreveram sob outro nome, mostrando não perceberem o que os outros escreveram e as suas implicações, ou sequer as implicações do que eles próprios escrevem, uma pessoa começa a aborrecer-se um pouco.
          Se, depois disso, uma dessas alminhas ainda vem arrogar-se o direito de, cumulativamente, ser censor de quem escreve num espaço assumidamente livre e plural e de pressionar para que, nesse espaço, só se escreva o que quer ler, a vontade e legitimidade de incluir um insulto na resposta tornam-se grandes.

          O que, aliás, só parece chocar pessoas mais inteligentes do que eles. Porque os próprios nem sequer são capazes de compreender um insulto corrente, se ele não for expresso na linguagem vernácula a que estão habituados.
          Mas, de novo, endereço-lhe as minhas desculpas, enquanto leitor que não tem nada a ver com isto.

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