Um dois, um dois… Ah. Um dois, um dois… Ah. Ah.

O Nuno não acredita, mas a verdade é que fiquei estes meses todos sem acesso à internet nem computador nem blogues por causa de um bicho. Passei parte das férias no Gerês, um sítio onde se usa água do Fastio para descarregar o autoclismo, e ter-vos-ia contado coisas terríveis sobre vespas assassinas e vacas tresmalhadas e potros à solta e a total incapacidade dos minhotos para fazer pão & chouriças se a geringonça estivesse operacional. Enfim, sofri muito. As coisas ainda não estão completamente resolvidas (estou a escrever do micro-ondas, na potência “descongelar”), mas com alguma pastilha elástica e um par de clipes nos sítios certos, tenho a certeza que.

Entretanto o Steve Jobs morreu, mas este é capaz de não ser o momento para vos falar da minha conversão aos Macs.  Voltamos logo que o frango acabe.

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3 respostas a Um dois, um dois… Ah. Um dois, um dois… Ah. Ah.

  1. julio diz:

    ALGUÉM ME EXPLICA COMO PODE ISTO SER VERDADE EM PLENO SECULO XXI????

    http://ruadajudiaria.com/:

    Marinho Pinto exige reabilitação de militar judeu
    O bastonário da Ordem dos Advogados exigiu em Trancoso a reabilitação de Barros Basto, um oficial que em 1937 foi “separado” do exército português por ser judeu. Sem salário e sem direito a assistência social, o militar vítima do antissemitismo da instituição militar, acabaria por morrer na miséria em 1961.
    “Esta sentença é uma ignomínia a que a Assembleia da Republica deve pôr cobro. Todos nos devemos sentir sefarditas, judeus, até que seja feita justiça ao capitão Barros Bastos”, afirmou Marinho Pinto a propósito da decisão de 1937 do exército português, até hoje nunca revogada, de o afastar da instituição militar, “sem direito algum, nem sequer a um processo justo”. Estas declarações do bastonário da Ordem dos Advogados foram feitas durante a sua intervenção, como convidado, no Convento dos Frades, em Trancoso, no âmbito do II Festival Internacional da Memória Sefardita que decorreu entre 18 e 21 de Setembro em Belmonte, Guarda e Trancoso. Marinho Pinto, que fez questão de frisar ser agnóstico mas defensor acérrimo da liberdade de culto, “explicou” o facto de “74 anos depois da infame decisão”, o capitão Barros Bastos ainda não ter sido reabilitado: “porque a Inquisição subsiste ainda em Portugal”.
    O bastonário, conterrâneo do capitão que o Exercito considerou “imoral” – ambos nasceram em Amarante -, manifestou a sua “inteira disponibilidade, como bastonário dos advogados e como cidadão” para “lutar que justiça lhe seja feita”. Este caso “é uma vergonha para Portugal”, um país que, onde, “ainda hoje”, disse Marinho Pinto, “nem todas as religiões têm os mesmos direitos e as mesmas garantias”.

  2. Pedro Penilo diz:

    Ahahahahahhaaha… (essa da água do Fastio!) Até que enfim, caneco! Eu cá ando em Moura: não gosto de vespas assassinas.

    Também me converti a esse. Herdei e não sou mal agradecido.

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