Uma rosa anarca

Pensando bem, vivi (por essa ordem de percepção e memória) o «Adeus, até ao meu regresso», a chegada à lua, a revolução portuguesa, a contra-revolução portuguesa, a revolução sandinista, a decrepitude soviética, a integração europeia, a perestroika, a queda do muro de Berlim, o cavaquismo e a desindustrialização, a internet, a globalização dos mercados financeiros, os linchamentos e motins de Maputo, o caniço urbano e alguma ruralidade moçambicana dos dias normais e de festa, o socratismo, a crise de 2008/20?? …

Será de admirar que, cá em casa, até as rosas sejam um bocado anarcas?

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