Alô Fukushima? Escuto.

Já repararam no pouco que se fala e no pouquíssimo que se sabe sobre o desastre nuclear de Fukushima? Que parece bem mais grave que o de Chernobyl (gravíssimo: este fim-de-semana soube de alguns horrores por um ucraniano cujo pai transportou operários que trabalharam na selagem do reactor – quem sobreviveu melhor, aparentemente, foram os ratos).

Que têm a dizer sobre esta cortina de ferro de silêncio os habituais vendedores de democracia da cobra?

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