Nesta história, caloteiro é quem quer pagar

A prole de “técnicos” que fala à noite na TV repete que devemos muito dinheiro. Que temos vivido acima das possibilidades. Nos momentos mais encenados, de tez sisuda e olhar estrábico, fitam a câmara, e perguntam-nos: Se fosse lá em casa a primeira coisa que faria era deixar de pagar?

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11 respostas a Nesta história, caloteiro é quem quer pagar

  1. Saldo de 25 anos de CEE: riqueza para uns e dívida para todos.

  2. Antonio diz:

    Oh Tiago, provavelmente queria dizer prole.
    Um abraço.

  3. Até podemos ter alguma intenção de pagar, não temos é vontade nenhuma de deixar de gastar.

  4. “Prol”???

    E, no “i”, ninguém corrigiu?

    Uma coisa é, por exemplo, “em prol de (“a for de”). Outra, “prole”, no sentido de “filhos”, “descendência”, “geração”. O que – francamente!… então não deveriam ser justamente vocês a saber isto até a dormir? – está na raiz de… “proletariado”.

    “A prol de técnicos” é que não quer dizer mesmo nada.

    • De diz:

      Há coisas que têm um interesse tão limitado que…
      Mas ponha-se a correcção no texto de João Lisboa…”em prol de “(a favor de”)

      Quedas…
      (que não beliscam nada os textos)

      • “Há coisas que têm um interesse tão limitado que…”

        O interesse poderá ser limitado (é?) mas escrever uma frase – “A prole de “técnicos” que fala à noite na TV repete que devemos muito dinheiro” – na qual o sujeito é incompreensível não “belisca o texto”, torna-o absurdo.

        Estava convencido que, por aqui, havia algum respeito pela escrita correcta. Quando cometo algum erro, só tenho a agradecer se mo corrigirem.

        • De diz:

          Três comentários breves:
          -A frase “Há coisas que têm um interesse tão limitado que…” refere-se antes do mais ao que eu escrevi a seguir,corrigindo o “lapsus teclae” do João Lisboa…
          -Este espaço é um espaço plural.O facto de alguém como eu(ou outro) emitir uma opinião, qualquer que ela seja,não permite inferir que “por aqui” não haja o respeito do que quer que seja.No caso vertente,o respeito pela escrita correcta.
          -Os textos referidos na nota:”Quedas…
          (que não beliscam nada os textos)”…são tanto o do autor do post,Tiago Mota Saraiva,como o de João Lisboa.Fundamental o primeiro.Mas ambos merecedores de atenção

          Continuo a subscrever o que disse.Com a bonomia com que o disse.
          Cumprimentos

  5. ““em prol de (“a for de”)” – lapsus teclae meu: era “a favor de”

    Mas “a prole de técnicos” (mesmo com o “e” acrescentado) continua a ser um disparate (não quer dizer “os filhos dos técnicos”, “a descendência dos técnicos”, pois não?).

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