O “jornalista” JMF – O censor pacóvio, trauliteiro e com desvios fascistas, nem no borda d’água devia ter emprego. Não por ser parvo e de direita, mas por não ter o mínimo de competência. Fernandes, este e o outro, nunca serão cereja, nem bolo, nem nada.

Depois de colocar aspas na historiadora Raquel Varela chegou a vez de desqualificar a realizadora Raquel Freire. Podia ser um problema de toponímia mas é mesmo uma embirração ideológica. Para JMF, a história, o cinema, o jornalismo, os cargos públicos e sabe-se lá mais o quê, eram entregues, em exclusivo monopolista, à direita. Para a esquerda ficariam reservadas as minas, as fábricas e o desemprego. Gosto muito destes “liberais” de pacotilha para quem a pluralidade da informação e da opinião é um direito que apenas pode ser usufruído por aqueles que fazem de caixa de ressonância das suas próprias convicções. A velha raposa maoísta, mesmo em dissidência, não perde o lastro nem esquece a sua escola.

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