Velhos discos de cabeceira

Se há por aí alguém que goste (e/ou se queira lembrar) do Songs of Love and Hate, be my guest

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11 respostas a Velhos discos de cabeceira

  1. maria diz:

    Isto deve ter uns 40 anos. Foi bom ouvir…..

  2. André diz:

    Decididamente a voz mais deprimente do século XX.

  3. De diz:

    “Quando eu morrer voltarei para buscar os instantes que não vivi junto do mar”..Sophia

    Em alguns momentos ouvirei isto

  4. The Famous Blue Raincoat…falaram em deprimente?? :))

    • paulogranjo diz:

      Também podia ser visto como tal, mas concordo consigo.
      Mas creio que a reacção tem um pouco mais a ver com a forma de cantar, nesta fase dos 3 primeiros discos, do que apenas com as letras.
      Afinal, há alguma canção envolvendo amor que seja mais deprimente, no conteúdo, que o celebrado “Ne me quitte pas”?
      «Deixa-me tornar-me a sombra da tua sombra, a sombra da tua mão, a sombra do teu cão, mas não me deixes»? Safa!

  5. Ah, mas espero que continue muitos anos e que continue a vir a Lisboa, muitas vezes…pela última vez!

  6. André diz:

    Foda-se Granjo.
    Tá na altura de saltar para o seculo xxi.
    Que me dizes?
    A minha avozinha era menos nostálgica do que este Cohen.

    • paulogranjo diz:

      Vir-me-ia mais à cabeça “ácido” ou “verrinoso” do que nostálgico.
      E, confesso, gosto muito mais deste registo deprimente e minimalista do que dos posteriores coros com meninas a fazerem “Lá, lá, lá, lá”.
      Mesmo que os poemas continuem fortes.

      • Tiago Saraiva diz:

        A mim o que me impressiona é o tipo conseguir fazer dos lá, lá, lá e dos teclados pimba algo ainda mais ácido, verrinoso e, ao mesmo tempo, tendre (para continuar no vocabulário breliano)

        • paulogranjo diz:

          Também é verdade, amigão.
          Mas confesso que, talvez pela audição intensiva dos 3 primeiros albuns, a coisa me complica um bocado com os nervos, sendo precisas coisas com a força do “Don’t Go Home With Your Hard-on” e outras que tais para me reconciliar com o homem.

          Entretanto, senti muito a tua falta numa daquelas reuniões com sociólogos, climatólogos, oceanólogos e outros ólogos que tais.
          Vê se arranjas um tempo para mandares um e-mail acerca das tuas aventuras e (espero que não, ou apenas para dar sal à vida) desventuras pela terra dos anjos.
          Abraço!

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