quem tem pote é o merceeiro 18.0

Artigo 97.º

(Auxílio do Estado)

1. Na prossecução dos objectivos da política agrícola o Estado apoiará preferencialmente os pequenos e médios agricultores, nomeadamente quando integrados em unidades de exploração familiar, individualmente ou associados em cooperativas, bem como as cooperativas de trabalhadores agrícolas e outras formas de exploração por trabalhadores.

2. O apoio do Estado compreende, designadamente:

a) Concessão de assistência técnica;

b) Criação de formas de apoio à comercialização a montante e a jusante da produção;

c) Apoio à cobertura de riscos resultantes dos acidentes climatéricos e fitopatológicos imprevisíveis ou incontroláveis;

d) Estímulos ao associativismo dos trabalhadores rurais e dos agricultores, nomeadamente à constituição por eles de cooperativas de produção, de compra, de venda, de transformação e de serviços e ainda de outras formas de exploração por trabalhadores.

Constituição da República Portuguesa, Parte II Organização económica,

7.ª revisão constitucional, 2005

Sobre Sassmine

evil fingering.
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2 respostas a quem tem pote é o merceeiro 18.0

  1. ComunistaComOrgulho diz:

    Caros bloguistas:

    Ontem fiz uma visita ao blog desse bandalho que dá pelo nome de António Barreto http://o-jacaranda.blogspot.com/2011/09/luz-brindisi-italia-1974.html e deixei lá a seguinte mensagem:

    “Doutor António Barreto: Além de o senhor ser um traidor de merda (traíu a esquerda), ainda tem a LATA NA CARA (já usou esta expressão para ofender outro político apenas por ele não pensar como o senhor) de querer outra constituição à moda do Salazar! Mas deixe… Cá se fazem cá se pagam! Por estes dias há-de haver um novo 25 de Abril (desta vez a sério, com Campo Pequeno e tudo) e você há-de estar entre aqueles que irão prestar contas ao povo!!”

    Hoje ao visitar o mesmo blog, a mensagem tinha desaparecido.

    Moral da história: Além do referido senhor ser um traidor de merda, provou também ser um cobarde de merda!

    Tenho dito.

  2. De diz:

    Caríssima Sassmine:
    Aproveito os seus habituais comentários sobre a CRP para colocar aqui um texto que considero didáctico e acusador mas também simultneamente belo.
    E fala de um texto constitucional
    Não,não se trata desta vez da CRP mas sim de outra que considero bem menos conseguida que a nossa
    … e no entanto…
    Trata-se do discurso de Gaspar Lamazares, deputado da Esquerda Unida, nas Cortes espanholas, a propósito da proposta de uma revisão que introduzia na Constituição um limite ao défice defendida pelo PSOE e pelo PP mas combatida quer pelas Comissiones Obreras quer pela UGT.
    O original de onde o “colhi” está em http://otempodascerejas2.blogspot.com/search?updated-max=2011-09-03T10%3A36%3A00Z&max-results=20

    ““Zapatero puede matar al PSOE, no la Constitución”

    Hablo en nombre de una fuerza politica en la que participa uno de los ponentes constitucionales a los que ni siquiera se les ha dado el trámite de audiencia. La Constitución tenía apoyos en la pluralidad territorial, esto rompe el consenso constitucional.
    La soberanía ahora es de los mercados, el constituyente son los mercados, toda una degradación de la Constitución, que termina siendo un balance que juega en bolsa.

    Si no lo veo, no lo creo, es un desvarío veraniego.

    Los que hablaban de la sacralidad de la Constitución ahora la cambian como un balance. Hablan de equilibrio y estabilidad. Parece que hemos estado en una fiesta y hay que hacer penitencia. La mayor parte de la ciudadanía no ha participado en esa fiesta. Esta reforma busca imponer el despilfarro privado, el de las grandes empresas, que supone dos tercios de la deuda española, y es el verdadero problema.

    Ustedes fijan un déficit del 0,4%. La media de la OCDE no cumpliría ni un solo año de los últimos 20 ese 0,4%. Ni la Unión Europea. En los últimos 20 años, Francia no se ha quedado por debajo del 0,4% ni uno solo.Y Alemania una sola vez en 20 años. Para hacer políticas publicas es fundamental el margen del déficit. No se trata de rigor, se trata de recortes y privatizaciones.

    Señores diputados del PSOE. Para lo que nos queda en el convento… pido que se rebelen, que digan de esta forma no, sin parlamento, sin intervención popular, no. Permitan enmiendas, que nos reconozcan como parlamentarios y no como un rebaño de ovejas.

    El Mercader de Venecia, de Shakespeare, se salva por el amor y la política. Ustedes se están poniendo del lado de la usura, ese no es el papel de la democracia. Tienen el 90% de los escaños, pero no de los votos, ni de los ciudadanos. Además de una ley electoral injusta, no están aquí los abstencionistas, que son también constituyentes. Dejen participar a todos en un referéndum.

    Yo no soy corresponsable de este golpe a la Constitución. Si Zapatero fuera el capitán Ahab de Moby Dick, yo desde luego formo parte de los amotinados. Señor Zapatero: puede matar a su partido pero no tiene derecho a cargarse la Constitución».

    Sassmine..se acha que não tem cabimento aqui este texto não hesite e não o publique.
    (Confesso que quando o li há dias fui logo tentado a pedir-lhe emprestado o seu espaço…
    vá-se lá saber porquê)

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