Jens Breivik

“In my darkest moments, I think that rather than killing all those people, he should have taken his own life,” Jens Breivik said in an interview with Norway’s TV2. He said he also believes his son has mental issues.”He must be. He must be,” the father said in response to a reporter’s question about whether he thought his son was mentally ill.”There is no other way to explain it. A normal person would never do such a thing.”

Ora uma pessoa normal não abandona um filho. Este diplomata inofensivo, não vê o filho desde os 17 anos deste e já avisou que não quer voltar a ver.

Não vamos desculpar o militante Breivik, que tem a cara da extrema-direita na Europa, e cenários como este – grupos armados a matar trabalhadores e sindicalistas reunidos -, houve centenas na Itália de 1919 e 1920 e na Alemanha de 1930-1934. Mas não podemos deixar de lembrar que este idiota, retratado pelas televisões como um velhinho simpático numa casa de campo, abandonou o filho quando este tinha 17 anos e agora diz-se surpreendido e queixa-se que ele deve ser doente. Um diplomata!

Já lhe mediram o cortex frontal?

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