O Blasfémias, o Arrastão e o 31 da Armada já podem comentar os atentados na Noruega. Ainda não se confirma a ligação à Al Qaeda e é cada vez mais remota a possibilidade de incriminar a ETA, o IRA, a Jihad Islâmica ou o Pacheco Pereira, mas podem centrar-se no facto do tipo ter passado pela Maçonaria.

Parece que afinal não é neo-nazi. O principal suspeito dos atentados na Noruega, Anders Behring Breivik, terá passado pela maçonaria, era director de uma empresa de agricultura biológica, dizia-se conservador, católico e gostava de ver o Dexter. Alguém se apressou em apagar o seu perfil no facebook mas houve quem tenha, mais depressa, guardado uma cópia.

Para que o Blasfémias, o Arrastão e o 31 da Armada possam postar algo dentro dos limites da sua compreensão e que exprima, preferencialmente, o que pensam sobre o assunto, deixo uma photoshopagem e uma sugestão cinematográfica para que consigam falar de atentados levados a cabo por vikings de raça pura e de primeira geração.

A notícia já saiu do alinhamento da Antena 1 e não deve durar muito nos restantes, mas ainda não chegou para comover islamofóbicos. Pergunto-me quantas postas, estes e outros blogues do arco da governação, já teriam escrito se ao invés de apostólico o tipo fosse árabe ou comunista.

Boas famílias, são boas famílias…

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34 respostas a O Blasfémias, o Arrastão e o 31 da Armada já podem comentar os atentados na Noruega. Ainda não se confirma a ligação à Al Qaeda e é cada vez mais remota a possibilidade de incriminar a ETA, o IRA, a Jihad Islâmica ou o Pacheco Pereira, mas podem centrar-se no facto do tipo ter passado pela Maçonaria.

  1. m diz:

    fazer posts sobre malucos ? só malucos é que o farão. o resto do pessoal deixa os comentários para pessoal especializado em psiquiatria. quando os psis dizerem de sua justiça , comentarão ou não..
    e o arrastão comentou..há para lá um maluco apressado , pelo menos , a correr o risco de parir cães cegos.
    quando aconteceu , há relativamente pouco tempo , a cena do puto na finlândia , o que é que o Renato comentou? é que os doidos variam de alvo. àquele deu-lhe para uns , a este deu-lhe para outros. e que se saiba , apesar de mass murder , o puto não era da maçonaria nem de nenhuma igreja. parece que gostava do mac donalds e de donuts. e de jogar à sueca. e ao berlinde. e de bola. e era viciado em jogos do facebook… e primo da amy e fã do harry potter. e bebia leite. :))))

    • Renato Teixeira diz:

      Eis. Chegou o psiquiatra.

      Fosse o tolinho adepto de se virar para Meca cinco vezes por dia e dominasse o desscode islâmico-bombista, estou certo que encontrariam assunto com grande facilidade..

      Você precisa é disto: https://www.youtube.com/watch?v=7l8o1gINMHU&feature=player_embedded

      Ahh… e o Arrastão comentou dois comentários.

      • m diz:

        sem dúvida. porque não seria dos “nossos”. este maluquinho é nosso. na comissão de proteção de menores ou na consulta de psicanálise descobrem-lhe a avaria.
        ele há coisas da cultura do islão que a gente , eu pelo menos , não percebe. e como não percebe , mal interpreta , sub interpreta , sobre interpreta .. doidos há em todo o mundo , mas os estranhos são de uma loucura mais malévola. sabe-se lá se nas arábias internam os malucos ou os elevam a santos… clinicas de saúde mental , lá pelos alás , há ? só para os que não acreditam nele , aposto.

  2. a anarca diz:

    Infelizmente ninguém está livre de apanhar com um tarado pela frente mesmo no melhor pano cai a nódoa …
    o natural é tentar encontrar explicação para o inexplicável
    lamento por todos os que morreram ou que sobreviveram ( não será pior…).

  3. Renato Teixeira diz:

    Closer (como sempre) e Tiago Vasconcelos, o muro das lamentações é já aqui ao lado: http://arrastao.org/2313768.html#comentarios

  4. José Manuel diz:

    Pequena correcção, pelos artigos que já li. Anders Behring Breivik não era católico. Protestante, em 2009, escreveu apenas isto: “Today’s Protestant church is a joke. Priests in jeans who march for Palestine and churches that look like minimalist shopping centres. I am a supporter of an indirect collective conversion of the Protestant church back to the Catholic.”

    Cumprimentos

  5. Vítor diz:

    Em filmes americanos, vemos um homem a montar bombas e a ameaçar toda uma cidade, em pânico.
    Isto não é um filme, nem de ficção se trata.
    O primeiro atentado demonstra uma eficácia e uma organização acima de uma só dimensão humana.
    Portanto, é suposto que outros nomes, ligados ao tal grupo de extrema-direita da Noruega, tenham estado na origem deste ataque.

  6. Rocha diz:

    Este é um incidente que deve servir de reflexão profunda à esquerda. A direita nunca admitirá que alimenta o fascismo e para aí caminha, mas essa é a realidade. A velha social-democracia da Internacional “Socialista” há muito se tornou neoliberal e os conservadores/democratas cristãos da Europa estão se a tornar cada vez mais fascistas – no caso do PP espanhol, o Partido de Sarkozy (UMP) ou o Partido de Berlusconi (PdL) já são.

    Mas na verdade há um fenómeno na parte mais a norte da Europa que explica melhor o massacre da Noruega. Há uns anos atrás um político homosexual de extrema direita chamado Pim Fortuyn foi assassinado na Holanda. Este senhor na altura elevado a mártir da liberdade de expressão não era menos repugnante como disseminador de ódio e menos fascista por ser homosexual – esta é uma das razões que repudio todo o feminismo pseudo-radical e grupos LGBT que alimentam a falsa ideia de uma superioridade moral da mulher ou da comunidade LGBT em geral sobre o homem heterosexual (como se não houvessem classes e já agora como se não houvessem até nazi-fascistas entre mulheres e LGBTs).

    Mas a questão desse Pim Fortuyn ser homosexual nunca foi um aspecto pessoal da sua vida privada que ele não utilizasse politicamente. Não! O fascista fazia gala de se dizer homosexual e usava isso como justificação para um discurso culturalmente liberal e dito “moderno” e “ocidental” de ódio contra os muçulmanos e contra o islão, os chamados “terroristas”. Trata-se então de um fascismo polido e “liberal”, o fascismo “civilizado”.

    É o mesmo fascismo que a União Europeia promove no Conselho da Europa quando equivale o “comunismo” ao nazismo. A referência ao comunismo é obviamente ao socialismo do Leste europeu, da Alemanha Democrática e União Soviética. Mas também a Cuba e qualquer governo marxista-leninista. O seu real objectivo é ilegalizar todos os partidos comunistas da Europa, coisa que já acontece em vários países de Leste (alguns aliados chave da Alemanha como a Polónia e a República Checa), pelo que se procura também justificar a perseguição fascista que se faz aos comunistas.

    Mas é sobretudo o mesmo fascismo da suposta moralidade da “guerra contra o terrorismo” e da onda anti-imigração. Fascismo que engloba não só toda a direita capitalista como também conta com a pseudo-social-democracia da IS neoliberal.

    O fascismo que apoia as guerras no Afeganistão, Iraque e Líbia, que chama terrorista ao Hamas e democracia a Israel (cujo verdadeiro regime é teocracia fascista sionista ou apartheid sionista).

    É o fascismo das deportações de ciganos de Sarkozy e Berlusconi. É o fascismo dos centros de detenção de imigrantes da União Europeia. É o fascismo da Europa não chega para todos, só chega para os banqueiros e os grupos económicos, só chega para os monopólios capitalistas.

    Já agora o individuo norueguês, Breivik, tinha sido membro do Partido do Progresso, um partido burguês típico, conservador e liberal, a favor de uma economia de mercado, classicamente liberal, muito liberal. É o tal fascismo polido, moderno, ocidental e muito “civilizado”.

    Enquanto membro do Partido do Progresso Breivik escreveu:
    (…)“the problem is that it often doesn’t help that 80 percent of Muslims are so-called ‘moderates,’ i.e. that they ignore the Koran. It takes very few people to crash a plane.” (…) “for me it would be hypocritical to treat Muslims, Nazis and Marxists differently.”
    http://www.bloomberg.com/news/2011-07-23/norwegian-authorities-mine-online-postings-for-clues-to-breivik-s-motives.html

    • Mau Mau diz:

      Rocha, no caso do PP português, também há fascismo. Tem exemplos em Pires de Lima, Ribeiro e Castro (que em novo, enterrava galinhas, deixando apenas a cabeça de fora, para ele e os seus amigos praticarem sevícias com um punhal… admitiu isso numa crónica assinada quando escrevia no «Público», aos domingos… a barbaridade desta crónica, é que o autor da mesma achava piada ao que fazia) e mais…
      Sobre um homossexual de extrema direita, parece que também há um no PP português, hoje membro do governo e ex-frequentador do bar “Scarlatti”, conforme investigações da revista “Le Point”.
      Ao que parece, a nossa extrema-direita é tão suína, cruel e estúpida como lá fora. Veja-se o anarquismo de direita praticado pelos “meninos” do 31 da Armada, movidos pela crueldade, que para eles é uma graça, uma coisa ligeira e sem importância.
      Combater este mal é preciso. Não só na Europa, mas em todo o mundo.

      • Tiago Vasconcelos diz:

        Ribeiro e Castro (que em novo, enterrava galinhas, deixando apenas a cabeça de fora, para ele e os seus amigos praticarem sevícias com um punhal… admitiu isso numa crónica assinada quando escrevia no «Público», aos domingos… a barbaridade desta crónica, é que o autor da mesma achava piada ao que fazia)

        Brincadeiras bárbaras, sem dúvida. Só comparáveis a espetar e sangrar um animal durante uma hora, brincadeira praticada não por crianças mas por adultos, e que já contou com o voto favorável do PCP na Assembleia da República (veja-se o caso de Barrancos)…

        • Mau Mau diz:

          Vejam bem até onde vai o ódio de Tiago Vasconcelos (menino do blog 31 da Armada) que fez o seu estudo ou investigação para teorizar que a violência praticada em países, onde passou o Marxismo, era pior que nos regimes capitalistas.
          Foi ao ponto de rebuscar os ciganos na Roménia…

          Outra, a tradição de matar o touro em Barrancos é muito diferente de torturar bichos, com requintes de sadismo, como foi o caso do tio Ribeiro e Castro, ou não será assim que o Dom Tiago trata o seu querido amigo de direita?

          • Tiago Vasconcelos diz:

            tradição de matar o touro em Barrancos é muito diferente de torturar bichos com requintes de sadismo

            Tourada não é torturar um animal. Palavras para quê? É a novilíngua orwelliana…

          • Tiago Vasconcelos diz:

            Só uma uma nota informativa: não tenho nada a ver com o blogue 31 da Armada. Deve estar a confundir-me com outra pessoa.

    • Tiago Vasconcelos diz:

      O Pim Fortuyn fascista? Um pouco mais de cultura e conhecimento da realidade holandesa fazia-te bem… Pim Fortuyn era um liberal, favorável à despenalização das drogras, casamento entre pessoas do mesmo sexo, eutanásia. Era um defensor da liberdade e dos valores Iluministas da sociedade Europeia que, com toda a razão, via sendo progressivamente ameaçados pela imigração islâmica. Theo van Gogh, Ayaan Hirsi Ali são apenas os nomes mais visíveis desse insidioso fascismo cultural que se tem vindo a instalar nas sociedades mais livres, abertas e tolerantes da Europa. Pim Fortuyn atreveu-se a romper com alguns dogmas hipócritas da sociedade holandesa e, com isso, fez agitar a “xenofobia”, “racismo” e outros espantalhos de quem não enxerga a realidade.

      Já agora, encontrarás muitos, muitíssimos mais exemplos de racismo e xenofobia nos antigos países do bloco de Leste. Era a Roménia de Ceaucescu onde, enquanto que o aborto era proibido para todas as mulheres, era criada uma excepção… para as ciganas. Era a União Soviética onde o anti-semitismo era tacitamente assumido pelo regime. Já não falar das deportações forçadas dos Tártaros da Crimeia, Kalmiques, Chechenos, Inguches, Balkars, Karachays, e turcos meskhetian. As mulheres ciganas da Checolosváquia que eram esterilizadas para com objectivo de promover uma “população saudável”… Enfim, qualquer das coisas que o Rocha fala não passam de brincadeiras de meninos comparadas com o que se passava nos regimes marxistas.

      • Mau Mau diz:

        Mais palavras para quê?
        Temos aqui o protótipo do menino de direita, pronto para fazer parte de algum novo comando das “SS”, em Cascais ou no Estoril.

      • Rocha diz:

        Repare Tiago que eu falei num “fascismo liberal” quando falei de Pim Fortuyn, que a sua aproximação ou apoio ao homem nada modifica. Ou seja, muito liberal com os europeus brancos e com a cultura branca europeia, muito fascista, isto é racista e xenófobo, com os povos e a cultura islâmica ou árabe em particular. É bom lembrar que grande parte de África e da Ásia são de maioria islâmica.

        Quanto às suas acusações: eu posso encontrar exemplos piores de tratamento dos ciganos quer recentes, quer ao longo da história na Europa Ocidental “iluminista” – não faltaram deportações, ordens de expulsão, esterilizações, campos de concentração, etc.
        Quanto a judeus idem aspas na Europa Ocidental (quer no passado recente da SGM como longínquo), mas não posso deixar de desmascarar essa do “anti-semitismo era tacitamente assumido” pela União Soviética como uma completa mentira – na União Soviética os judeus tiveram um papel muito activo e proeminente, com os sindicatos e os intelectuais judeus revolucionários, a apoiar a chegada dos bolcheviques ao poder. Os judeus soviéticos eram uma comunidade forte e respeitada, muitos judeus ocupavam postos chave na estrutura de governo – daí até se deu uma posição por vezes um tanto ambígua da União Soviética sobre Israel.
        Quanto a acusações em envolve diversas minorias, desconheço, mas repare que na Europa Ocidental não faltam povos sem pátria reclamando de opressões várias (tais como tortura, repressão, censura, perseguição, descriminação, etc): bascos, catalães, galegos, corsos, bretões, irlandeses, escoceses, etc, etc…

        Mas o que é realmente significativo não é que você desconverse falando de regimes marxistas. O significativo é que se o racismo europeu da moda antes da Segunda Guerra Mundial era o anti-judaico (que até valeu para cunhar essa palavra tão mal entendida, o anti-semitismo, que na realidade também se refere ao anti-árabe), actualmente, o racismo europeu da moda é definitivamente o anti-islâmico. Um racismo que você mesmo subscreve!

        Palavras para quê? Como diz o Mau Mau…

        • Tiago Vasconcelos diz:

          O Rocha está completamente enganado: Pim Fortuyn era um anti-fascista. Com efeito, as tradições islâmicas mais retrógradas, aquelas que esses imigrantes que vêm para a Europa fazem questão em conservar, têm todos os ingredientes de uma ideologia de extrema-direita: conservadorismo, ódio, intolerância, perseguição. O islamismo é a maior ameaça, a longo prazo, à democracia Europeia. Por cá ainda são poucos que conseguem enxergar este facto. Nada como ler e ouvir Ayaan Hirsi Ali, alguém que sabe do que fala porque nasceu e cresceu no seio do fascismo islâmico. No fundo, Pim Fortuyn era um feroz defensor dos valores do Iluminismo — e, já agora, não sei se sabe mas o mundo islâmico ainda não teve o seu Iluminismo…

          Quanto ao antisemitismo na URSS, receio que ignore alguma História. É sabido como Estaline era anti-semita. O antisemitismo na URSS foi bastante expressivo quando, por exemplo, após 1948 durante a campanha contra os “cosmopolitas desenraízados” (um eufemismo para “judeu”) numerosos poetas, escritores, pintores e escultores de origem judaica foram assassinados ou presos. Mas talvez a mais dramática campanha antisemita da URSS tenha sido a “conspiração dos médicos” que visou alegadamente desmascarar um grupo de proeminentes médicos moscovitas, predominantemente judeus, como conspiradores no assassínio de líderes soviéticos. Isto foi acompanhado pelos inevitáveis julgamentos encenados e propaganda antisemita na imprensa soviética. Um grande número de Judeus soviéticos foram demitidos dos seus trabalhos, presos, enviados para o Gulag, ou executados.
          O terror anti-semita abrandou após a morte de Estaline mas os fundamentos das políticas anti-semitas continuaram.

          Quanto a acusações em envolve diversas minorias, desconheço, mas repare que na Europa Ocidental não faltam povos sem pátria reclamando de opressões várias (tais como tortura, repressão, censura, perseguição, descriminação, etc): bascos, catalães, galegos, corsos, bretões, irlandeses, escoceses, etc, etc…

          Em que cinema está a passar esse comovente filme?…
          Leia um pouco mais sobre a história das deportações em massa forçadas na URSS e depois veja se tem coragem para fazer comparações absurdas com o que se passa actualmente na Europa Ocidental!

          E, meu caro, invocar a experiência marxista não é “desconversar”. É rebalancear a crítica que, neste blogue, desproporcionadamente elege como alvo as democracias capitalistas. As democracias capitalistas são as sociedades onde se atingiu o patamar mais elevado de direitos cívicos, liberdades e garantias. Liberdades de expressão, de associação, de religião, e de emigração nunca foram tão amplas em toda a história da humanidade. Os comunistas não têm lições algumas a dar a este respeito, antes pelo contrário: os regimes por si criados limitaram severamente quaisquer desses direitos e liberdades.

          • Rocha diz:

            Caro Tiago,

            O seu discurso do iluminismo é um discurso do tipo civilizador – mais velho que o império romano. A Europa da democracia capitalista é a civilização e o Islão são os bárbaros (como se o Cristianismo, Judaísmo fossem muito progressistas…).

            É preciso civilizar os bárbaros!

            Ora bem, no que toca a civilizar os bárbaros Pim Fortuyn fez a teoria e Anders Behring Breivik levou o à prática. Era isso que queria?
            Não percebeu a lógica? É a chamada lógica “nigger-lover”, os racistas estado-unidenses chamavam de nigger-lovers a brancos que fizessem amizade com negros ou defendessem posições anti-racistas.

            Isto já para não falar dos estereótipos de “terroristas” formados em décadas (nas últimas) e em séculos de “cruzadas” brancas europeias contra o Médio Oriente árabe. Em resposta ao seu estafado argumento do estalinismo – que não existiu em todos países marxistas nem em toda a história soviética.

            E quanto a anti-semitismo, a sua classificação do islamismo como o pior dos mundos e a sua referência ao islão como a maior ameaça é uma demonstração de ódio, ou se quiser antagonismo (anti), aos povos árabes que para sua informação são semitas, senão vejamos:
            http://pt.wikipedia.org/wiki/Semita

            Uma coisa é criticar o Islão, outra é diabolizá-lo. O Islão não é pior que outras religiões, é na mesma criticável, mas actualmente serve de bode expiatório, como o judaísmo serviu noutros tempos.

    • General Tito diz:

      Acho piada ver os comunistas falarem tanto em racismo quando na indústria do turismo cubana praticamente não se vêem negros ou mulatos empregados… E tem piada que nos cargos políticos elevados também haja poucos negros e mulatos (quando estes representam quase dois terços da população)… O mais curioso é que havia mais negros e mulatos em cargos políticos no tempo de Batista do que agora no regime castrista!

      • Renato Teixeira diz:

        Disse comunistas ou castristas?

      • Rocha diz:

        Pois, de certo você viu muitas fotos dos torcionários do regime de Batista. Andou lá a tomar mojitos com os cães de fila do ditador Batista.

        • General Tito diz:

          Avancei com factos, respondes com especulações delirantes acerca do meu passado… Debater com comunistas acaba normalmente assim. Quando confrontados com factos embaraçosos, fogem à discussão dos mesmos e passam ao ataque pessoal. A razão disto é que actualmente ser comunista não é um acto racional. É uma questão de fé. Tal como os católicos não abdicam da sua fé mesmo apesar da Inquisição e de todo o historial negro da Igreja Católica, o comunista também não abdica da sua fé por mais factos históricos chocantes que se lhe apresentem. Ele acredita fervorosamente nas virtudes da sua doutrina e vê todos os crimes históricos como um “desvio dos princípios”, um “problema de aplicação” da doutrina, e nunca como um problema da doutrina em si mesma. Para eles, a “Palavra do Senhor” é uma verdade universal, contendo um valor moral inquestionável.

          • Rocha diz:

            Eu revelo a sua ignorância e você reza a missa acusando-me de religioso. Habemus tédio…

            Só para dar um exemplo a sua fonte predilecta, a CIA, diz que existem 10% de negros em Cuba. Mas você pode dizer o que lhe apetecer, o seu anti-comunismo é lhe auto suficiente, faça favor de escrever as suas sentenças sobre Cuba, escreva lá as suas sagradas escrituras.
            http://en.wikipedia.org/wiki/Demographics_of_Cuba#cite_note-12

            Bla, bla, bla, os comunistas são isto e aquilo… (bocejos)

          • General Tito diz:

            «Eu revelo a sua ignorância e você reza a missa acusando-me de religioso. Habemus tédio…»

            Revelaste a minha ignorância? Só se foi na tua imaginação, já que o teu anterior comentário está ao nível zero da argumentação e do conteúdo informativo…

            Quanto ao teu último comentário, já não está tão mau. Pelo menos já te esforçaste por rebater uma (apenas uma) das afirmações que fiz. De fato, errei quando escrevi que os negros, mulatos e mestiços representam dois terços da população cubana. Na verdade, representam 25%. O que o camarada Rocha não se atreve é a negar que na indústria do turismo cubano praticamente não se encontrem negros e mulatos. Tal como não admitirá que não ser difícil encontrar negros e mulatos na indústria de turismo dos EUA, país cuja percentagem dessas etnias é metade da cubana.

          • General Tito diz:

            Já que gostas de te documentar na Wikipédia, recomendo-te o seguinte artigo na versão inglesa (espero que a língua não seja um obstáculo): Racism in Cuba
            É bastante instrutivo e talvez abale essa imagem romântica que certamente acalentas da ilha comunista. Depois disso vem-nos falar sobre a malvada Europa Ocidental vem…

  7. -pirata-vermelho- diz:

    O que é uma carga ‘com armas de fogo’?
    (citado no Público citado)

  8. Mário Abrantes diz:

    Toda a caracterização que fazes deste tipo é um remate para a bandeirola de canto. Falta-te o que mais interessa: estar-se na presença de um louco. Ao contrário dos terroristas islâmicos, que pertencem a organizações com claros objectivos destrutivos, nenhuma das organizações ou entidades que carimbam a testa deste fulano alinham por essa via.

    Agora bem, a rematares para a bandeirola de canto não chegas aos regionais. Ai não vais lá, não senhor.

    • Renato Teixeira diz:

      Pelos amadores fica o Abrantes. Será do nome? Não vê que a tese da loucura é precisamente a teoria dominante?

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