Ser (ou não ser) jornalista

Fui convidado a participar neste estudo tinha acabado de sair do Público, onde fiz estágio, e dava os primeiros passos no jornalismo pela mão do Nuno, na Focus. José Luiz Fernandes, da velha guarda e dos que ainda chama camarada aos camaradas, convidava-me então para dar o testemunho sobre o que eu achava da profissão. Cinco anos depois e apesar de, modéstia à parte, ter dado provas de que já merecia um lugar como grande repórter, vá lá, no Independent, a ironia da vida fez com que o livro fosse lançado na semana em que suspendi a carteira profissional para me dedicar a outros mundos.

Pela quantidade de entrevistas realizadas, pelo painel de entrevistadores e de entrevistados, é com curiosidade que lerei esta obra que recupera uma reflexão urgente. Para lá de outras perguntas e respostas que o livro e o seu debate podem e devem produzir penso ser esta a mais importante: ainda sobram jornalistas em Portugal? Até quando?

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