Piadolas de ocasião ouvidas na rua, trinta segundos reveladores do que a sociedade do espectáculo anda a fazer aos “seus” filhos, ainda o maldito questionário literário e por fim uma música de Domingo.

“Nós fizemos tanta coisa, tanta coisa, tanta coisa… Desde à noite, acabar o concerto, e viajarmos completamente para outro ponto do país, que havia uma festa lá e queríamos ir… e… humpf… e… (risos), há coisas que têm mais piada morrerem no sítio onde nasceram. Percebes? Pá, porque é… as pessoas podem não perceber…. (risos)… o espírito. É uma banda!!.”

Angélico


O Villas Boas trocou o Porto pelo Chelsea, o Angélico os D’Zrt pelos Anjos e o Noronha deixou de escrever com o democrático Miguel para passar a escrever com o Cardoso. Eu bem tinha avisado que o tipo dava ares de curioso. Este Domingo, por causa desta e de outras merdas, não tiro o Pla dos ouvidos. O Vidal fica a dever-me uma cerveja por ter na mesma frase citado nome do democrático quarenta caracteres depois de escrever o nome dos D’Zrt.

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