Não necessariamente

Perante a avalanche de desgraças e despautérios hoje anunciada na casa da democracia (e independentemente dos sonhos molhados com coktails molotof que muitos possam ter), que tal juntar meia dúzia de maduros que percebam de direito com outros tantos criativos, para esgalhar acções de resistência civil que passem por não-pagamentos ao estado e a empresas a privatizar e que, por mais que o governo amarinhe pelas paredes acima, sejam juridicamente intocáveis?

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