Ou como Manuel António Pina sacudiu de vez um arreliador pintelho que teimosamente o importunava

E não é que o cretino lá ganhou o Prémio Camões…

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4 Responses to Ou como Manuel António Pina sacudiu de vez um arreliador pintelho que teimosamente o importunava

  1. Pedro Lourenço diz:

    MAP tem um problema, aliás, vários que por muito que a intelectualidade reinante na merdia nacional tente lavar e por muitos camões que lhe atribuam, nunca conseguirão corrigir: como cronista, presta-se ao pior dos males que pode afectar um cronista: falar de cor sobre os assuntos sobre os quais discorre. Imprecisões factuais, mentiras, sobreposição de argumentos sobre factos. Para além de um primarismo gritante, seja sob a forma de anti-comunista primário ou sob a forma de anti-religioso primário. E, o mais relevante, enquanto escritor e poeta, convenhamos, não vai muito mais longe, para além da medicridade…

    Camões, na tumba, dára voltas e voltas e voltas

    • Pedro Lourenço diz:

      Medíocre não, vá.

      Mediano. ainda assim, ineligível para um prémio deste prestígio, a meu ver.

  2. HH diz:

    “O drama é que estamos metidos num nó górdio e, até onde a vista alcança, não se vê nenhum Alexandre ou, ao menos, um homem de Estado. Só pequenez e mediania. ” MAP

    Eu acrescentava que até nos prémios e louvores essa mediania se faz sentir.

  3. Mário Abrantes diz:

    É reconfortante verificar que o MAPina incomoda, e é fácil entender por que é que cada vez há menos pessoas incómodas no jornalismo. Ainda bem que MAPina existe. Quanto aos incomodados, que vão à esquina fazer queixa às mães.

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