NI OLVIDO, NI PERDÓN! NUNCA MÁS! Nem que fosse por um dia, há pulhas que não merecem ver nascer o seu último sol em liberdade.

Reynaldo Bignone, tido como o último ditador argentino, e Luis Patti, ex-delegado da polícia,  foram condenado a prisão perpétua, em cárcere comum. A justiça quando tarda não resolve grandes feridas mas salvaguarda a memória. “Ni olvido, ni perdón! Nunca más!”, gritaram sempre as vítimas que sobreviveram, cobertas de razão.

Uma homenagem aos desaparecidos, por Mario Benedetti e Daniel Viglietti:

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