ONDE ANDA O MOVIMENTO CONTRA A GUERRA E A ESQUERDA ANTI-IMPERIALISTA?

Depois de Durão Barroso ter feito das Lajes o ponto de partida para a aventura iraquiana, cujo sucesso político e militar está à vista, desta feita foi a vez de José Sócrates dar o beneplácito à intervenção militar na Líbia, em nosso nome.

De guerra em guerra, de ocupação em ocupação, o imperialismo foi alimentando a gulosa indústria militar ao sabor dos interesses particulares da geopolítica de Washington e em nenhum momento o argumento da defesa da população civil ou da coisa democrática serviu para mais do que ludibriar a opinião pública.

O movimento contra a guerra, com a transmutação das intervenções humanitárias em ocupações, foi perdendo o vigor de outros tempos, e entre o cansaço, a desistência e a capitulação ao discurso do imperialismo humanitário, a verdade é que a dois dias da manifestação contra a intervenção militar na Líbia ainda não sabemos se o BE vai participar, nem que energia militante o PCP vai colocar na iniciativa que correctamente ajudou a convocar.

A responsabilidade desta luta não pode, no entanto, ser só dos partidos. Adere e divulga o chamado no Facebook e participa nas mobilizações marcadas para a próxima quarta-feira, às 18h, no Porto na Praceta Palestina e em Lisboa à frente da Embaixada dos EUA.

Via Rubra.

Alexandre dos Santos Lima explica o que acha do mandato do eurodeputado independente do Bloco de Esquerda, Rui Tavares, nomeadamente o que “tá bom, ruim e o que tem que melhorar”. Vídeo roubado ao Felipe Demier. Como diria o POKE, Ups!

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