Os limites da publicidade no (ab)uso das crianças

A agência é toda ela sinistra. No youtube apenas “vende” modelos femininos e todas entre os 5 e os 18 anos. O spot publicitário em pouco difere dos anúncios de alterne e a apresentação das crianças é surreal. Às posses que lhes são pedidas até ao que lhes é dito para dizerem. Se o Marinho Pinto tem toda a razão ao querer investigar os investigadores no caso do Rui Pedro, neste caso apetece processar os pais que autorizam este atentado e, como é evidente, proibir  toda e qualquer publicidade com crianças com menos de 16 anos, fechando compulsivamente empresas como a Ciarsolo. Quem não vota, não vende. Ponto final, parágrafo.

Para outro público alvo, os catálogos da Petit Patapon além da pornografia de não venderem nada para quem ganhe menos do que dez salários mínimos, também não abdicam do abuso e aplicam a transmutação das crianças em adultos ainda mal largaram o conforto do meio intra-uterino. Menos chocante na aparência, é certo, mas dotado do mesmo grau de imbecilidade.

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