Uma explicação sobre as presidenciais – e o mundo – ou como de pequenino se torce o destino

«Nos últimos tempos temo-nos vindo a habituar a notícias várias sobre as ditas praxes violentas, invariavelmente recriminadas por quem praxa, por quem é praxado e por quem vê praxar. Por perceber fica que toda a praxe é violenta e não apenas aquela que parte um osso ou que faz sangue. A praxe é inerentemente violenta porque violenta a liberdade.

Todos os anos, reproduz-se e nasce, país fora, aquilo a que se vem chamando tradição académica, que se baseia em pressupostos hierárquicos de antiguidade e cujo principal alicerce argumentativo é a boa vontade da integração. Esta visão paternalista, tem vindo a integrar os novos alunos numa forma de estar acrítica, de reprodução amorfa, do cala e consente, num espaço – universidade – que devia ser de abertura, criatividade e visão crítica do mundo.»

Daniela Gama
Ler o texto completo na página do M.A.T.A. – Movimento Anti-“Tradição Académica”.

Enquanto se fazem análises atrás de análises sobre o dia de ontem, sobre quem roubou votos a quem, sobre de quem é a culpa, sobre termos que aturar mais 5 anos de Cavaco com Sócrates, Passos ou o que vier – o que fazer para ter «um lugar feito para a gente viver»? Continuar, assim?

O texto da Daniela é sobre praxes. Mas os pressupostos hierárquicos, a integração nisto, o paternalismo estão por todo o lado.

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