O Renato abespinhou-se, o Miguel reafirmou profissões de voto.
Estão no seu direito, mesmo não sendo eles os destinatários da gracinha.

Eu, achei francamente piada à ideia, apreciei a ironia do “A bem da Nação” e, confesso, senti retratado um estado de espírito que se vai reforçando a cada telejornal que passa.
E que creio não ser só meu.

Isto, claro, para além de questões pragmáticas, como o vir ou não a haver 2ª volta.

Como escrevia o outro, «Enfim… gosto.»

Este artigo foi publicado em cinco dias. Bookmark o permalink.

11 Responses to

Os comentários estão fechados.