SAIR À RUA CONTRA O GUETO DE GAZA – Dia 27, às 18h30, no Largo S. Domingos, em Lisboa.

Há dois anos e a poucas semanas da tomada de posse de Barack Obama, Israel deixava Gaza neste estado, uma vez mais, com a cumplicidade de quase todos. Desde então a guerra saiu das páginas dos jornais mas continuou no terreno da vida. Para além das bombas, que nunca deixaram de cair, no campo da política trataram de abrir caminho à última fase do genocídio. Ao retirarem os travões a Israel para continuar a construir colonatos além dos já miseráveis “acordos de paz”, ao deixarem que o muro da vergonha mantenha um milhão e quinhentos mil palestinianos presos em Gaza e todos os outros isolados na Cisjordânia, as nações e as organizações internacionais nada fizeram para parar o massacre e a vergonha.

Houve no entanto boas notícias. A solidariedade internacional deu passos importantes para ajudar a romper o bloqueio (com o sucesso da flotilha da liberdade e das caravanas para Gaza), Israel e a sua legitimidade ficaram feridas de morte aos olhos de quem procure perceber a origem do problema e a resistência palestiniana ganhou peso em cada aldeia da Palestina e do resto do mundo (Israel inclusivé).

As escolhas, outrora complicadas, fizeram-se simples. Ou ganha a limpeza étnica e religiosa e com ela os interesses do imperialismo, ou ganham as diferentes direcções islâmicas à frente do movimento contra a ocupação israelita e com elas os palestinianos.

Tradução na Rubra

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