da biopolítica e do contágio


O que hoje se passou na Suiça só faz lembrar mais uma vez o conceito de biopolítica (foucaultiano) e o medo do contágio social das políticas higienistas do início do século XX. Esse receio do contágio social é o que marca hoje, ainda, os discursos sobre o corpo e a identidade. As limpezas étnico-raciais (baseadas em comportamentos) são apenas o princípio do que pode por aí vir? Parece que sim. E até quando os nossos discursos frouxos vão continuar a achar que isto não tem nada a ver connosco? Até quando o aceitaremos? E quando formos nós?
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