REFLEXÕES SOBRE O P[S]D – 3ªPARTE – Partidos com meios

“Desta vez, parece que ninguém queria um líder da oposição, mas um subordinado da maioria. E Passos recusou sê-lo. Pode ter estreitado o seu caminho político, mas mesmo correndo o risco de chegar a um beco sem saída, Passos Coelho fez o que devia ter feito: esperou, estudou, apresentou alternativas. Não acertou sempre neste seu caminho. Mas mostrou que está mais preocupado com o rumo do país do que com o seu.”

Leonete Botelho, Editora de Política do Público.

“A chamada classe média é, em todos os países, a válvula de segurança. É nesse anel social, quanto mais amplo melhor, que são paradas as tentações políticas extremistas, se cultivam mais intensamente os valores da família, se constrói a economia, se defende a segurança e se dinamiza a felicidade de um país. (…) Chegados a este ponto, é óbvio que vamos ter orçamento. É preciso um orçamento! O PSD vai ter de se abster e de disfarçar com uma declaração qualquer a viabilização de um documento tornado essencial pelo desespero das contas públicas. Mas este é o orçamento do Governo de José Sócrates, minoritário por convicção, e assim deve ser visto e avaliado no futuro.”

João Marcelino, Director do Diário de Notícias.

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8 Responses to REFLEXÕES SOBRE O P[S]D – 3ªPARTE – Partidos com meios

  1. Manuel Monteiro diz:

    Eu não sei o que é isso da merda da classe média. Eu, que sou da classe operária, sou classe baixa? Vão chamar classe baixa ao caralho…
    Manuel Monteiro

  2. Renato Teixeira diz:

    Classe baixa e com “tentações políticas extremistas”, sem intensidade no cultivo dos “valores da família”, sem capacidade de construção da “economia”, que ataca a “segurança” e não “dinamiza a felicidade de um país”.

    Mais nada.

  3. beatriz perez diz:

    qual é a relaçao entre o post e a fotografía que o ilustra?

  4. Renato Teixeira diz:

    Nenhuma. Entre menina que mata a sede sorvendo laranjas e os jornalistas que são sorvidos pela sede do PSD, qualquer semelhança é pura fantasia.

  5. beatriz perez diz:

    sendo assim peço desculpas por dubidar do alto nível de imaginaçao dos leitores deste blog..nem podía suspeitar que isso é precisamente o que todos estao a pensar quando veem a fotografía.

  6. joaopaulo diz:

    afinal ainda há classe operária… pelo menos um na classe.

  7. fernando antolin diz:

    Ao menos podiam dizer quem é a moçoila…

  8. Manuel Monteiro diz:

    João Paulo
    A classe operária existe; e vai para o paraíso (terrestre).

    Renato
    Saiu um romance meu no sistema digital e está a ser distribuido para todo o mundo pela http://www.amazon.com.
    O romance tem o título: “O QUE EU ANDEI PARA AQUI CHEGAR”.
    Custa 9,20. Se estiveres interessado lê e crítica.
    Abraço
    Manuel Monteiro

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