PS e PSD condenam Sarkozy


Sim foi em Portugal, mas foi nos Açores!

Por proposta do Bloco, a Assembleia Legislativa dos Açores aprovou um voto contra a política xenófoba de Sarkozy. Ao contrário da AR, os grupos parlamentares do PS e do PSD nos Açores aprovaram a condenação.

(também aqui)

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5 Responses to PS e PSD condenam Sarkozy

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  2. Abilio Rosa diz:

    Para este peditório, o vosso camarada Abílio já deu.

    Esse voto «consensual» no Parlamento Açoriano pode ser interpretado por duas razões:

    1º – Nos Açores esta etnia praticamente é inexistente;

    2º – Por solidariedade remota para com os açorianos expulsos (muitas centenas)do Canadá há alguns poucos anos, por estes estarem ilegais no território canadiano, apesar destes trabalharem e terem tido filhos nascidos no Canadá.

    Nessa altura não vi nenhum movimento nacional de apoio a estes nossos compatriotas expulsos do Canadá, e que é considerado o país do mundo onde o multiculturalismo está mais desenvolvido.

    Embora a doutrina oficial do «politicamente correcto» seja no sentido de condenar os excessos praticados pelo Estado Francês na expulsão de cidadãos romenos de etnia cigana, a verdade é que a situação não é assim tão linear e não podemos alhear outras entidades (europeias, romenas e os próprios cidadãos em causa) na resolução deste trágico problema.

    Antes de condenarmos a Fran̤a -a que os portugueses fugidos da mis̩ria fascista nas d̩cadas sessenta e setenta tanto devem! Рdevemos condenar a Rom̩nia e os seus governantes racistas e corruptos.

    A verdade é que em Portugal a Embaixada da Roménia está tranquila e vemos algumas pessoas a malhar na França, a pátria do iluminismo
    e da tolerância.

    Esquesito, não é?

  3. LP diz:

    Ui, muito esquesito……

  4. João diz:

    Oh Abílio, não devia estar a trabalhar às 11 da manhã? Você é cigano, ou quê?

  5. Abilio Rosa diz:

    O camarada Abílio já deu muito por esta Nação.
    Até deu o corpo ao manifesto!
    Mesmo assim continua a trabalhar 10/12 horas por dia.
    Venho aqui nas minhas «happy hours».
    Esta juventude não pode baixar a guarda.

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