Cheguei ao 5 dias: A praxe é uma aventura

Cheguei ao cinco dias num dia assim.

Não fui praxada – oh que infelicidade! – como a Fátima Lopes pela Júlia Pinheiro por entrar na TVI.

Pois, a praxe já chegou à tvi, é uma grande Tradição inquestionável…

Remonta ao século não sei das quantas e tal… a grande universidade portuguesa, que distingue os burros dos inteligentes…

Os primeiros 5 minutos do vídeo: não vejam, que eu também não vi (a avaliar pelo princípio recomendava-lhes logo o poema Dulcineia, Dulcineia, de José Gomes Ferreira)

Quanto aos 5 minutos finais: vejam! que belo momento constrangedor! … é que de facto não há melhor praxista que a Júlia Pinheiro, a bruxa, e melhor praxada que a Fátima Lopes, a capuchinho-vermelho… a luva da praxe académica a assentar-lhes nos vinte dedinhos (40, se contarmos com os pés das ditas) – e o Marcelo adora!

Em resposta, fica a provocação:

[vídeo a vídeo enche a galinha o papo]

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13 respostas a Cheguei ao 5 dias: A praxe é uma aventura

  1. Renato Teixeira diz:

    Bem-vinda! Já cá faltava alguém para afinar as hostes!

    PS: Confesso. Eu nunca praxei ninguém mas praxava, e de que maneira, a “bruxa”. 😉

  2. o da boa-fé diz:

    Que moçoila provocadora e radical!

    Por este andar em dois ou três posts andará a escrever algo do género:

    “Já alguma vez participou na pilhagem de uma fábrica de distribuição (supermercado, grande armazém)?
    Nesse caso, compreendeu que:
    a) A recuperação a título individual dos bens roubados pelo Estado e pelo patronato, volta novamente ao processo mercantil se não se transformar numa acção colectiva e numa destruição total do sistema.
    b) A pilhagem é uma reacção normal à provocação mercantil. (…)”

    Fazia falta neste antro de pseudo-contestatários e pseudo-descontentes (que viajam diariamente no conforto almofadado e climatizado do pópó, que volta e meia lá adormecem no sofá a consumir as mais previsíveis e reaccionárias trivialidades mediáticas, que sagradamente compram nas grandes superfícies de tudo o que de poluído e adulterado produz a milioliolionária elite industrial; e que ainda se auto-intitulam ‘comunistas’) uma voz verdadeiramente provocadora como esta que finalmente se faz ouvir.

    A blogosfera ocidental aguardava esta chegada…

  3. Antonio Mira diz:

    Bem-vinda, Diana!

    A praxe pode acabar. É bom lembrar isso.

  4. Rafael Fortes diz:

    Bem vinda e obrigado pela inspiraçao para uma nova posta

  5. Manuel Monteiro diz:

    Bem-vinda, Diana
    Só a inteligência de um burro capado pode fazer comentários como os de boa fé.
    Manuel Monteiro

  6. o da boa-fé diz:

    M. M.,
    como de costume não podia estar mais de acordo consigo.

  7. João Torgal diz:

    Constrangedor, de facto. Nem consegui ver até ao fim

    Bem-vinda, Diana.

  8. beatriz diz:

    fogo! 4 linhas e dois paràgrafos e hà gente capaz de tirar um estudo sociològico/psicològico da pessoa que escreve…
    3 post màis e ja te adivinham o futuro!!

  9. Margarida Santos diz:

    Praxes, praxes, praxes…. vejo tanto tempo perdido com isto e tantas tantas pessoas que perdem o seu tempo a ler este tipo de blogs… existem tantas coisas com as quais nos temos de preocupar e as praxes… benditas praxes!!! sempre tema de conversa… pergunto-me se não vos preocupa ter uma mulher de num quarto de hospital durante 5 horas a perder sangue porque decidiu fazer um aborto?? pergunto-me se não vos preocupa as dezenas de crianças ciganas que foram expulsas de frança?? pergunto-me se não vos preocupa vocês terem um pc à frente para fazer estes blogs quando de certeza foram criancinhas chinesas que o fizeram?? onde é que se insere a praxe nisto??? pergunto eu…..

  10. Diana Dionísio diz:

    Ó Margarida então está a gastar o seu tempo com comentários sobre pessoas que escrevem sobre praxes em vez de estar ao lado das mulheres que estão a perder sangue há 5 horas?

    A praxe tem que ver com tudo e só não vê quem não quer. Ainda p’ra mais quando aumenta e desce às ruas. Ainda agora vim do Rossio e o carnaval das praxes contava com várias centenas de participantes, polícia à volta, e gritos ouvidos num raio de bastantes metros.

    Se quiser gastar mais tempo, pode sempre deixar comentários nos mais recentes artigos da blogosfera sobre o assunto:

    http://5dias.net/2010/09/20/a-praxe-ou-se-virem-um-trajado-atirem-lhe-um-ovo-por-favor/

    http://5dias.net/2010/09/21/a-praxe-na-primeira-pessoa-i-as-formigas/

    http://aeiou.expresso.pt/a-praxe-fez-de-mim-um-homem-melhor=f604770

    http://www.esquerda.net/opiniao/v%C3%A3o-praxatear-outro

    http://anti-praxe.blogs.sapo.pt/

    Recomendo-lhe ainda esta série de opiniões sobre as praxes reunidas pelo MATA, para que possa gastar o seu tempo a comentar:

    http://blogdomata.blogspot.com/search/label/o%20que%20eu%20penso%20das%20praxes

  11. Pingback: cinco dias » A praxe na primeira pessoa – DOS FINS

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