“The Army … The Most Beautiful Time of My Life”

(aqui: sexy, sensualidade sem freio como todos necessitamos)

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16 Responses to “The Army … The Most Beautiful Time of My Life”

  1. Renato Teixeira diz:

    Há um lado bastante animador nesta notícia. Com soldados destes Israel não ganha mais nenhuma guerra.

  2. Carlos Vidal diz:

    Não sei, Renato.
    Eu sempre tive a noção ou sensação de que IDF e Sadismo Extremo (uma espécie de pós-sadismo) eram sinónimos.
    Desde sempre (não de agora).

  3. Uma atitude triste de alguém que desrespeita os detidos e a própria farda.

  4. Cu diz:

    No caso do IDF (mas que se considere aqui como representando os tais ‘sadicos’ e nao a generalisacao de um nacao inteira, senao seremos acusados de ‘splitting’ [good vs bad] – para um argumento sobre o que e ‘a nacao’ aconselho o leitor a visitar o territorio em causa), tambem se apresenta uma forma de masochismo, em que aquele que ‘sofreu’ (ou sofre em constante ‘remembrance’ – mas isto tambem se aplica-se a muitos outros povos, incluindo esses que agora lutam contra o ‘west’) e projectado na presente victima.

    Assim o presente sadico projecta o seu lado masochista na victima e tem o prazer de testemunhar o sofrimento com que se identifica.

    Considerando Provérbios 24:17-18: “Quando cair o teu inimigo, não te alegres, e quando tropeçar, não regozije o teu coração; para que o Senhor não o veja, e isso seja mau aos seus olhos e, desvie dele a sua ira”; podera se dizer que o ‘senhor’ seja por vezes necessario como o pai castrador.

    Castramo-los?

  5. Renato Teixeira diz:

    Tens razão, claro. Quanto à prática e quanto às intenções. Mas há dois pormenores que escapam sempre à análise da correlação de forças entre Israel e o “resto” (assim os tratam), o que tem a tenebrosa consequência de nos conduzir à sobrevalorização da força de Israel. Não é raro ouvir alguns do “nosso” campo absolutamente convencidos da invencibilidade das IDF, o que os leva a defender o impossível (dois Estados) para a região.

    Um dos factores é que boa parte dos colonos quer uma carreira profissional, praia, discoteca, engates, copos, festa. Nasceu e cresceu num ambiente próspero. Tem incutido o “querer mais” e o “querer fácil” com que a sociedade ocidental mima a classe média e as classes adiantes. A sua vontade de fazer a guerra, pelo menos no sector que não tem na sinagoga o seu único leitmotiv, tem um nível de compromisso significativamente baixo, diria mesmo facebookiano. Deixar Israel, porque têm dinheiro, formação e lobby, é sempre uma possibilidade e muitos deles têm ainda sítios de proveniência, onde se vive sem o frio da guerra e no calor dos amigos. Não é à toa que muitos colonatos estão a perder pessoas e como nunca esteve difícil a captação de novos colonos pelas autoridades de Israel. Ainda nesta questão e em sentido inverso, “o resto”, da Palestina ao Sul do Líbano, dos refugiados na Síria aos da Jordânia, não têm praticamente nada a perder.

    O segundo factor e não menos importante diz respeito à geografia de Israel. É verdade que neste tempo, em que as IDF têm como únicas ameaças as pedras, os rockets artesanais e meia-dúzia de bombistas da resistência, tal factor não constitui um problema, numa situação de guerra total esta pode transformar-se no calcanhar de Aquiles do Estado de Israel, com poucas cidades chave, instalações militares concentradas e de fácil localização, e poucos, muito poucos, dispostos a abraçar o muro das lamentações até às últimas consequências.

    Quero com isto dizer que estaremos numa guerra entre iguais? Seguramente que não. Quero apenas dizer que já se ganharam guerras mais difíceis e que estas, para serem ganhas, não chega a supremacia militar. Assim nos ensinaram os escravos, as novas nações africanas, asiáticas e sul americanas, e assim nos ensinam desde o famigerado 11 de Setembro os povos do Afeganistão e do Iraque.

  6. Carlos diz:

    Recue lá o Afeganistão à bárbara invasão soviética.

  7. pedro bala diz:

    Ai, essa bárbara invasão soviética que vinha defender o sistema progressista afegão em que as mulheres eram livres. Felizmente, ganharam os amigos do Carlos e agora vive-se novamente nas trevas do feudalismo ultra-religioso dos talibãs. Vêm sempre com a lenga-lenga da URSS e do Afeganistão. A URSS não invadiu o Afeganistão e não foi derrotada pelos talibãs. Ela entrou no Afeganistão a pedido do governo democraticamente eleito e saiu a pedido desse mesmo governo democraticamente eleito.

  8. Carlos Carapeto diz:

    As toupeiras são cegas, não conseguem ver nada.
    O que foi que a URSS fez de mal no Afeganistão que os actuais invasores não tivessem já suplantado largamente?
    Ter permitido às mulheres frequentarem as universidades? Acabar com escravatura feminina? Abolir o feudalismo? Todas essas “virtudes” humilhantes foram reintroduzidas com conquista do poder pelos Talibãs financiados com o dinheiro daqueles que hoje os combatem.
    Os responsáveis pela tragédia Afegã foram levar liberdade às mulheres? Melhoraram as condições de vida do povo? Pelo contrário.
    Devia ter-se esforçado mais um pouco e explicar do que constou a bárbara invasão Soviética.

  9. Marota diz:

    A atitude desta militar é do mais decadente possível. Visitei-a no Facebook onde pude ler que ela ainda não se apercebeu da gravidade desta atitude. Incrível, está mesmo convencida de que pertence ao povo por Deus eleito. O Sr. Cú das 21:06h também tem toda a razão – Cumprimentos – Marota

  10. Orlando Gonçalves diz:

    Isto é de loucos, existem pessoas que estão loucas. Um acto mais do que condenavél.

  11. Carlos Vidal diz:

    O desespero da sociedade israelita é a base desta loucura, que, como se sabe muito bem por via de muitas organizações (inclusive de ex-IDF), é um padrão comum de comportamento em Israel e no seu “exército”.
    O desespero advém da consciência da sua impossível manutenção que não na base do mais sórdido apartheid.
    Poderão conservá-lo eternamente?
    Não.

  12. Abílio Rosa diz:

    A única vez que o Afeganistão respirou cultura ocidental foi quando os soviéticos lá estiveram.
    Os homens e as mulheres andavam decentemente vestidos.
    As mulheres frequentavam as universidades e eram funcionárias públicas.
    A religião e as práticas socialmente retrógadas ficavam foram do ordenamento do Estado.
    As forças armadas afegãs eram credíveis.
    Com o apoio dos EUA, dos filhos-de-puta dos sauditas e dos serviços secretos paquistaneses, os talibãs armaram-se e mais tarde tomaram conta daquele território sem lei.
    Os EUA, a Arábia Saudita e o Paquistão (e quem sabe se Israel!) são responsáveis pela catástrofe civilizacional que se verifica naquela região mundo.
    Deviam ser julgados no TPI!

  13. Carlos Vidal diz:

    Bom, tudo o que aqui tem sido dito sobre o Afeganistão e a “invasão” soviética está obviamente correcto: todos sabemos que os chamados talibãs chegaram ao poder pelas mãos dos nossos “aliados” norteamericanos, Reagan e Rambo dividindo os méritos. Agora pagamos por isso. Coisas da vida.

  14. Abílio Rosa, tens tanta razão quanto és tonto…

    Uma coisa é isso que tudixes, cidades e pop. urbana…
    A outra coisa é chegar aos campónios e dixer-lhes de repente “as vossas tradições milenares p.q.as p., agora é assim como nós dixemos”… os resultados costumam ser desastrosos, e para te ficares só por cá, lembra-te do disparate que fora as campanhas do MFA pelas províncias aki do ‘bosque’, ninguém entendia o que os gajos estavam a dixer, o que valeu é que aki o povoléu não são afegãos e não há Peshawares (e metralhadoras e Kalashs’s) à mão-de-semear , senão também tinha sido do bom e do bonito (e mesmo assim houve umas quantas “coisas” que arderam, como sabes).

    Isto não funka à maneira da “geração de ’70” — estou a falar do Eça e dos amigos… — empoleirar-se num lugar de poder e ‘amandar umas directivas’ não faz mais que arranhar o verniz, depois há alguém que se coça, toda a gente desata a fazer o mesmo e volta tudo à primeira forma, vírgula, ao que era.

    As coisas tomam tempo, profundidade e paciência.
    O resto é conversa e ‘politiquice’.
    Just my two damned cents.

    🙁

  15. alfacinha diz:

    afinal vai ser Israel que vai perder a luta.

  16. Ah, e assino em baixo de:

    Comentário de Daniel Santos

    Uma atitude triste de alguém que desrespeita os detidos e a própria farda.

    🙁

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