O sonho molhado de Miguel Serras Pereira é a causa da minha impotência

Nas suas costas uma orquestra de Mouras, Vidais ou Teixeiras, a interpretar uma qualquer sinfonia. Na frente, o próprio, teclava… teclava… teclava… infindáveis saudações democráticas, republicanas, melódicas e infecundas. Como disse e repito, com anarquistas régios não tenho nada, mas mesmo nada, a debater. Só me empenho na troca de ideias com quem além do uso do adjectivo se dispõe a tirar o verbo da gaveta. Gente desta laia, que fala, fala, fala, escreve, escreve, escreve, sem se dispor a fazer nada, apenas terá da minha parte o mais vil e abjecto desprezo. Tenho dito e não mais voltarei nem ao personagem nem aos temas que recicla dos outros. Passar bem, definitiva e inexoravelmente.

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