Sim, certamente terá ontem recebido um telefonema de agradecimento

De agradecimento pela análise rigorosa, compreensão e solidariedade expandida no notável texto “A caça ao homem”, publicado no “Expresso”, 26/6/2010, texto que consubstancia uma tese de uma sofisticação só comparável à obra “literária” (por assim dizer) “Equador”; tese, vamos lá: J Sócrates é vítima de uma “caça ao homem”; J Sócrates está fora de todas as confusões em que o querem envolver só por ódio gratuito e sabe-se lá que mais; a culpa de tudo o que se passa é única e exclusivamente dos colaboradores, “serventuários” e amigos de J Sócrates; o indivíduo da foto está pois em posição de assegurar que J Sócrates nada tem a ver com nada (cale-se sr. magistrado de Aveiro), e são os seus amigos que, por amizade, ou zelo-amizade excessiva, desenharam ou soltaram os maiores cometimentos comprometedores, uma gente “infrequentável” (contudo, por sinal  frequentada por J Sócrates, ah mas isso o sujeito da foto esqueceu-se de referir). E mais não digo, porque há coisas a que não se deve dar troco, senão lá se venderia mais um “Equador” (o Vasco Pulido Valente é que quis dedicar-se, sem que o obrigassem, julgo eu, à análise da obra “literária” do indivíduo, esquecendo-se que uma vida é coisa aflitivamente curta, e despejar no lixo um punhado de horas é grave, muito grave mesmo; mas cada um é como é, aquele Vasco tem cada ideia).

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