Dez mentiras evidentes de Israel

Via Comité Palestina

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29 Responses to Dez mentiras evidentes de Israel

  1. Simples, claro e conciso.

  2. José diz:

    “As dez mentiras evidentes de Israel”

    Bom, para além de algumas fantasias do dissertante no vídeo, que se poderá esclarecer melhor posteriormente, importa averiguar quais são, verdadeiramente, as !DEZ! MENTIRAS EVIDENTES DE ISRAEL!!!.
    Ao fim da suposta 3ª julgo que o palestrante perdeu-se. ainda consigo entender que a imediatamente seguinte poderá ser a suposta 4ª – fuga ou não dos árabes, mas continuam a faltar 6.
    Talvez o Renato possa elucidar?…

  3. idi na hui diz:

    Deve ser as ‘fantasias’ dum estado Teocrático…

  4. Luís Teixeira Neves diz:

    Não! Não! São 10 mesmo! Acabei de as contar! Faça o mesmo, José! Vai ver que consegue!

  5. Abílio Rosa diz:

    Aqui realmente estão dez mentiras.

    Mas onde estão os outros milhares de mentiras que sustentam o Estado de Israel, um «estado» muito mais abstruso e surrealista do que a República Social Italiana, mais conhecida por República de Salò?

  6. Ricciardi diz:

    Mas ainda sobrou alguma VERDADE ?

    Serão os judeus de geração expontanea?

    Terão aparecido vindos de naves extraterrestres? e plantados naquele deserto em 1945 ou em 1897?

    Ouvi dizer, as más linguas claro, que o primeiro carregamento de judeus aliens processou-se em três fases: uma há uns 3000 anos, outra no tempo de Cristo e outra em 1897… e dali merdaram alguns miseraveis.

    Os aliens maldosos lá conseguiram, com patranhas propagandisticas, que a ONU lhes conferisse o direito à autoderminação… a eles próprios sob a carapaça judaica… os aliens judeus que nunca foram perseguidos pelos otomanos, nem pelos nazis, entre outros… o exodo é estória… Cristo nem era judeu, mas sim um alien maldoso.

    Uma patranha, um crime que a humanidade toda através dos representantes dos seus paises cometeu em 1945. What else? A mesma patranha que definiu as fronteiras do Iraque, da Siria, da Jordania, do Irão e claro está, da Palestina e, pasme-se de Israel, o unico que país que não devia ter sido dado o direito a existir.

    Não há direito, os Judeus, esses aliens, não deviam ter direitos como os outros. Afinal de contas não são humanos… são a corja que devia ser espezinhada até à morte.

    Malditos aliados que venceram Hitler antes de completar a extinção da raça allien judaica.

    Morte aos judeus; morte ao estado de Israel; morte a toda a descendencia judaica.

    Mas espera aí, não é o Egipto que tem problemas como Hamas? Não é o Libano que tem problemas com o Hezbolah? não é a Turquia que tem problemas com os curdos?

    Não são estas organizações que cometem crimes contra a humanidade?

    Não, não são.

    Essa gente apenas tem o direito a lutar contra aquilo que as instancias mundias e por larga maioria votou há uns anos. Eles não são terroristas, nem sanguinários, são simples pessoas que querem que as resoluções acerca da autodeterminção dos povos não se faça.

    Povos? eu disse povos?

    Mas os judeus não são um povo; é apenas um bando de aliens alucinados pela vinda de um messias qualquer. E esse messias é o próprio demónio que eles querem a regular o mundo. Um povo cuja história não pode ser a mais antiga da humanidade… não, esse povo não existiu; é uma mentira implantada por sujestão de tecnologia alien.

    Parece que existiram, mas na verdade não existiram… é uma espécie de povo holografico. Parecem humanos, mas na verdade também não são.

    RB

  7. ezequiel diz:

    Renato,

    O sr Sand é um prof muito interessante.

    O povo não existe, mas ele diz isto ao público que ali se deslocou para o ouvir: “mas vocês sabem o que é a Mishnah!??!!”

    Além disso, o sr prof Sand, no seu livro e nesta comunicação, nunca menciona o seguinte: se não existia um povo Judeu, porque é que tantos europeus decidiram conferir aos judeus uma identidade colectiva (segundo Sand) inexistente? “Como é que eu posso odiar algo que não existe?” , diz o Shlomo. A questão poderia ser devolvida ao sr prof, da seguinte forma: O que é que os Europeus odiaram? odiaram indivíduos, que por acaso eram “judeus”?

    Ele, Sand, fala da sua identidade Judaica. Mas não fala de um povo Judaico. Estranho. O povo Judaico não existe mas ele pergunta aos presentes: “Are you Jewish?” É possível fazer esta pergunta sem presumir a existência de um povo Judeu (constituído como tal pelos Europeus, por exemplo, durante séculos de opressão?) ? Faz sentido falar de um judeu ou judia sem um povo judaico?

    Concordo com alguns dos argumentos dele. Mas este, o principal, é simplesmente absurdo.

  8. Luís Teixeira Neves diz:

    Ricciardi, não faça de conta que é muito judeu e que todos os que não partilham a sua paixão cega por Israel são muito nazis.

  9. Renato Teixeira diz:

    Ezequiel, não se trata de saber se os Judeus são ou não um povo. Trata-se de saber se uma dada religião tem o direito de fazer o que está a fazer ao povo da Palestina em nome de um projecto colonialista e imperial. Será Israel de facto do interesse do povo judeu? Eu, se fosse todo judeu, não queria Israel nem pintado de Estado Democrático.

    Ricciardi e José, o Luis Teixeira Neves já vos disse tudo e eu já vos li comentários bem mais interessantes e menos despropositados…

  10. ezequiel diz:

    “Trata-se de saber se uma dada religião tem o direito de fazer o que está a fazer ao povo da Palestina em nome de um projecto colonialista e imperial.”

    a religião n está a fazer coisa alguma ao povo palestiniano. aliás, a religião nem sequer obriga judeus a criarem um estado.

    estado colonialista e imperial? quando leio frases destas quase que sinto pena de Israel n ter anexado todos os territórios conquistados nas diversas guerras em que participou.

  11. Abílio Rosa diz:

    É pá, o Ezequiel e o Ricciardi tomaram novamente conta da caixa de comentários.

    Só uma observação, antes de eu ir ver o Brasil-Chile: os cidadãos de confissão judaica são tão pacíficos, modernos e desempoeirados, que há dias o próprio estado sionista teve que implementar uma lei para obrigar os pais de crianças askenazs a frequentarem as salas de aulas onde há crianças sefarditas…

    Se eles são racistas entre si, o que é que nós poderíamos esperar desta tribo, eleita não sei por quem, em relação aos palestinianos?

  12. José diz:

    “Simples, claro e conciso.”
    O Sr. Collon é tudo menos simples, claro e conciso.

    Luís, fico à espera que me diga então quais são as últimas 6 “mentiras evidentes”.

    1ª “Israel não resulta de Holocausto nazi”.

    É verdade e não entendo onde é que se diz que essa é uma mentira israelita, já que Israel era reclamado desde o final do século 19. Nunca vi o Estado Israelita ou qualquer historiador alegar tal mentira.
    É verdade que os sionistas pediram ao sultão que lhes fornecesse parte do distrito da palestina/síria, mas não foram bem sucedidos.
    Sugeriram ao Kaiser que intercedesse o que este fez.
    Só no decurso da WWI é que os ingleses se meteram na área e emitiram a Declaração Balfour.
    É de uma falsidade cretina e ignorante dizer que os ingleses queriam interpor um estado colonial para enfraquecer o Egipto.
    O Egipto era um estado tutelado pelo Reino Unido desde o século XIX até à tomada do poder pelo Nasser!
    O Suez foi sempre controlado pelos ingleses até à sua nacionalização em 1956!
    A principal intenção de Rommel foi conquistar o Egipto inglês para fechar-lhes o acesso ao Suez!
    Nunca houve qualquer reclamação judaica à península do Sinai, fronteira do canal do Suez.
    Os ingleses sempre estiveram contra o nascimento de Israel e até se abstiveram na votação na Assembleia da ONU que deu origem a Israel.
    Israel, ao contrário do que o Sr. Collon parece querer dizer, não fica na África…
    Nenhum dos países vizinhos era produtor de petróleo e, mesmo agora, a produção de petróleo egípcia é insignificante.
    Os ingleses já controlavam a produção de petróleo na Pérsia e no Iraque, os dois grandes produtores na época.
    Como é possível dizer tantas falsidades sem se rir?
    Como é possível publicar num blog estas falsidades se se está de boa-fé ou se se não é ignorante?

    2ª A inexistência do povo judeu.

    http://www.nytimes.com/2010/06/10/science/10jews.html?ref=dna_deoxyribonucleic_acid

    http://www.khazaria.com/genetics/abstracts-jews.html

    Os estudos genéticos desmentem o Sr. Sand, a única fonte do Sr. Collon.
    Ainda assim, ninguém poderá querer afirmar que existe uma raça judaica, como parece querer o sr. Collon e o Sr. Sand. Àparte os nazis, julgo que ninguém ainda quer insistir nessas teses.
    Houve mistura de judeus com outros povos? É claro. Nem os portugueses são lusitanos, mas sim uma mistura de celtiberos com fenícios, cartagineses, romanos, alanos, suevos, vândalos, visigodos, judeus, árabes, fora aqueles que me esqueci de aqui colocar. Nem por isso nos chamamos um povo, com a nossa própria individualidade, cultura, enfim, aquilo que dá identidade a um povo.
    A maioria dos judeus israelitas são tão religiosos quanto os portugueses. Aqueles não deixam de considerar ter raízes religiosas judaicas e a maioria dos portugueses continua a frequentar as igrejas por altura do baptizado, do casamento e do funeral.
    A identidade judaica não se esgota apenas na religião, antes resulta de um complexo conjunto cultural/identitário, que transcende em muito a religião e os seus rituais.
    O Sr. Sand e o Sr. Collon querem ignorar, também, os relatos dos historiadores antigos, como Flávio Josefo, que narram a partida de muitos judeus na sequência da revolta esmagada por Roma. Apenas algumas dezenas de milhares de judeus partiram? Mas quantos milhares seria a população total da Judeia em 70? 100.000? 200.000? No início dos Descobrimentos, 1400 depois, a população portuguesa pouco ultrapassaria o milhão de habitantes…

    “They refute the suggestion made last year by the historian Shlomo Sand in his book “The Invention of the Jewish People” that Jews have no common origin but are a miscellany of people in Europe and Central Asia who converted to Judaism at various times.”

    A religião judaica não acredita no proselitismo, ao contrário do cristianismo e do islamismo, que são religiões universalistas. Quem se quer converter ao judaísmo passa por grandes dificuldades e entraves colocados pelos sacerdotes, ao contrário dos seus pares cristãos e muçulmanos, sempre prontos a salvar mais umas almas.

    Continua. (e continuo à espera do esclarecimento das últimas 6 mentiras…)

  13. Carlos Vidal diz:

    «estado colonialista e imperial? quando leio frases destas quase que sinto pena de Israel n ter anexado todos os territórios conquistados nas diversas guerras em que participou.»
    (ezequiel)

    E eu, quando ouço e leio isto, pergunto-me quem paga a este “guerreiro” tão assanhado.
    Vamos, fale verdade uma vez na vida, homem.

  14. José diz:

    O Sôr Rosa decidiu brindar-nos com mais uma das suas pérolas:”(…) que há dias o próprio estado sionista teve que implementar uma lei para obrigar os pais de crianças askenazs a frequentarem as salas de aulas onde há crianças sefarditas…”
    Ficámos todos a saber que os pais das crianças ashkenazis – e não as crianças – foram obrigados por lei expedita a frequentar as aulas das crianças sefarditas.
    O que não disse, por ignorância ou má-fé, é que se tratava de ultra-ortodoxos haredi – algo semelhante aos wahabitas arábicos ou aos taliban afegãos, do ponto de vista religioso – e que a questão era essencialmente do foro religioso, já que os ritos eram diferentes.
    E que não houve qualquer lei nova, apenas a aplicação da lei pelos tribunais. E que os pais que recusaram deixar os seus filhos terem aulas foram presos e cumpriram pena.

    Ficámos todos a saber que em Portugal, os pais das crianças, do Alentejo ao Minho, que se recusaram a deixar os seus filhos a frequentarem a mesma escola que os filhos de alguns portugueses de etnia cigana e/ou negra não são racistas e o povo português não é racista. Mas, se tal acontecer em Israel, já o povo é do mais racista que pode haver.
    Quantos pais portugueses foram presos e cumpriram pena?

    O Sôr Rosa continua em grande forma! Sempre a divertir-nos!

  15. ezequiel diz:

    Renato,

    sim, ligar a, juntar a. ou seja, anexar.

    Vidal,

    não me ofenda. leia os clássicos (todos) e deixe-se de tretas.

  16. Ricciardi diz:

    A verdade é uma só.

    As (extremas) esquerdas à falta de sustentação para a sua ideologia:

    1) em face do colapso da aplicação do marxismo;
    2) constactando que os paises aonde ainda existe a ideologia marxista são paises subdesenvolvidos, retrogrados e ditatoriais;
    3) verificando que esses paises marxistas, praticaram e praticam assassinatos em massa…
    4) que brutalizam o próprio povo.
    5) tendo em atenção que o desejo de qualquer cidadão desses paises tem apenas um sonho na vida: FUGIR.

    Tendo pois em atenção o caos que essa ideologia marxista imprimiu e fez mergulhar TODOS os paises que a adoptaram, as (extremas) esquerdas mundiais virarão a atenção para outras causas… agora a ideia é estar a favor de quem quer que seja que esteja contra os paises ‘ocidentais’.

    Como Saramago dizia ser comunista é uma questão hormonal, independente da razão (que remédio). Mas enfim, só os burros é que não mudam; os burros, como os humanos, tambem carregam hormonas mas não tem cerebro suficiente para contrariar os ímpetos animalescos.

    Ser comunista, hoje, não é ser burro… é ter hormonas a mais.

    Tive a esperança que arranjassem um outro paradigma alternativo; ainda tentaram arrestar os ecologistas e transformaram uma boa ideia num paradigma marxista escondido sob a bondade ecológica; uma espécie de lobo em pele de cordeiro.

    E assim, quem estiver contra os EUA ou a EUROPA dos capitalistas sem escrupulos e aonde há liberdade individual a mais, mesmo sendo a pior espécie de terroristas fanáticos que há, levam com a benção e acordo das esquerdas mundiais, também elas históricamente fanáticas e sedentas de sangue.

    E não permitem sequer que haja alguém que discorde deles. Acham que as instituições que proclamaram o desejo de autodeterminação de Israel não são dignas. Preferem eles que as conquistas ainda se façam à boa moda marxista, através de anexações militares e a custa da vida de milhões de civis.

    Lemas de esquerda actualizados:

    «Trabalhadores de todo mundo, uni-vos ao terroristas do Hamas e Hezbolah.»

    «Desempregados de todo mundo, uni-vos na eliminação do estado de Israel.»

    «Muculmanos de todo mundo, uni-vos contra a liberdade das mulheres Israelitas»

    «Juntos venceremos os Judeus»

    RB

  17. Abílio Rosa diz:

    Sr.José:

    O Sôr Rosa sabe – e muito bem – que os judeus (isto é , aqueles que confessam a religião judaica) não são todos iguais nem todos bebem da mesma água.

    E, graças a Deus, nem todos são sionistas.

    O que eu quis salientar foi a contradição que existe nalgumas mentes pro-sionistas indígenas quando dizem que os palestinianos, os árabes ou muçulmanos em geral são bárbaros, retrógados, atrasadinhos da silva,etc.

    Ora como já tive oportunidade de constatar os costumes retrógados (alguns até tribais e animalescos!) existem em todas as sociedades, culturas e etnias.

    Uma vez vi um documentário feito pela TV israelita sobre uma seita extremista de judeus ortodoxos que vivem num bairro «very tipical» de Jerusalém e confesso que não tive estomâgo para continuar a ver, tal era o grau de primativismo e animalismo em que viviam aquelas pobres almas, com tranças tipo passa-piolho e umas vestes tipo cangalheiro.

    Mas estes, coitados, não constituem nenhum perigo para os desafortunados palestinianos.

    Quem é um verdadeiro perigo para os povos daquela região e até para a espécie humana, são os sionistas, cães de ruçar do imperialismo financeiro mundial.

    O Sôr Rosa sabe muito bem que os judeus não são um povo, etnicamente homogéneo, e até sabe que há judeus pretos (etíopes) e até judeus nos confins da China!

    Ainda qualquer dia o arqueólogo «José» vai descobrir alguma tribo esquimó nas tundras da Sibéria ou do Canadá ….

  18. Luís Teixeira Neves diz:

    Pois vai ser mesmo com o Hamas que vão ter que negociar.

  19. Ricciardi diz:

    «Pois vai ser mesmo com o Hamas que vão ter que negociar.»L.Neves

    A vida dá muitas voltas… se for o caso, Israel lá estará para negociar com o Hamas, desde que estes se dignem a aceitar a existencia de Israel e deixem de uma vez por todas as pretensões senhoriais sobre um território de direito internacional.

    As lateralidades (colonatos, jerusalem oriental) cairão rapidamente tão depressa quanto Abbas e Hamas se entendam quanto à criação do estado Palestiniano. Esse estado, a Palestina, só não existe porque eles próprios não o quiseram no seu devido tempo. Ao invés de formarem um país, resolveram fazer a guerra tendo como aliados todos aqueles paises vizinhos. Agora aguentem-se à bronca da porra que fizeram (para infelicidade do próprio povo palestiniano).

    Estranho é que os paladinos da propaganda anti-israel só se lembrem dos colonatos da Cisjordania (que discordo em absoluto embora entenda o alcance politico-negocial subjacente) e não se lembrem que parte daquele território tambem foi/está ocupado pela Jordania (mas como não são judeus… tudo bem).

    Mas o mais intrigante até é o paradoxo em que incorrem. Qual o argumento que estará por detrás do desejo da eliminação de Israel, enquanto país?

    Se os factos históricos não são suficientes; se a existencia de uma identidade cultural de um povo chamado Judeu, também não colhe. Se o facto de os Judeus expulsos das suas próprias casas ao longo de varios seculos, não é motivo; se nada disso consegue esclarecer a Verdade, então pelo menos observem a realidade… existem uns 6 milhões de Judeus em Israel.

    O que querem fazer com eles?

    Ao desejarem a eliminação de Israel, desejam simultaneamente a eliminação do povo Judeu de Israel. Não há outra hipotese.

    E Israel sabe disso. Nunca fraquejar perante o racismo xenefobo aos Judeus. Nunca, custe o que custar. Já chegou o que se passou por esses seculos afora.

    Mas o que mais me incanina, confesso, mesmo muito é o motivo real pelo qual as esquerdas extremas não pugnam as suas lutas ‘humanitarias’ por causas verdadeiramente humanitarias… Porque não fazem flotillas para os massacres da somália, para os curdos chacinados na Turquia, os sunitas dizimados no Irão, para a ausencia de liberdade e de direitos humanos fundamentais na Coreia???

    Porquê, se o que se passa por lá é INFINITAMENTE mais grave e monstruoso?

    Porque escolhem Israel?

    É simples, Israel representa a liberdade individual, a democracia, o livre mercado… e isso para as esquerdas é crime de lesa-patria; é maior crime que qualquer chacina que possa acontecer. O diferendo é sobre uma ideologia ferida de morte e não sobre seres humanos.

    Quando as esquerdas deixarem de ser hipocritas e lutarem pelas pessoas reais, ao invés de protegerem regimes e ideologias falhadas, então aí teremos paz e prosperidade.

    RB

  20. Luís Teixeira Neves diz:

    Pois não sei… Há que perguntar às ditas… Entretanto a posta aqui leva o título “Dez mentiras evidentes de Israel”… E já agora deixe que lhe diga que é preciso ser um pouco bastardo para falar mal do Império Otomano que enquanto durou foi bom para os judeus!

  21. Luís Teixeira Neves diz:

    Ao José, a propósito dos estudos genéticos “alegadamente” provarem que o senhor Sand não tem razão, recomendo uma visita a esta página da wikipédia: http://en.wikipedia.org/wiki/Haplogroup_J2_(Y-DNA)

  22. Luís Teixeira Neves diz:

    Ainda sobre estudos genéticos, José, veja também isto: http://www.youtube.com/watch?v=nPRgXAYTQlU
    e também isto:

  23. Luís Teixeira Neves diz:

    Aliás, José, se conhece a Guerra dos Judeus do Flávio Josefo deve saber que já naquela altura existia um outro reino judaico, este no Império Parto, sensivelmente no actual Curdistão Iraquiano.

  24. José diz:

    Luís,

    em que é que tudo isso infirma o que escrevi?

    Repito:
    “Os estudos genéticos desmentem o Sr. Sand, a única fonte do Sr. Collon.
    Ainda assim, ninguém poderá querer afirmar que existe uma raça judaica, como parece querer o sr. Collon e o Sr. Sand. Àparte os nazis, julgo que ninguém ainda quer insistir nessas teses.
    Houve mistura de judeus com outros povos? É claro. Nem os portugueses são lusitanos, mas sim uma mistura de celtiberos com fenícios, cartagineses, romanos, alanos, suevos, vândalos, visigodos, judeus, árabes, fora aqueles que me esqueci de aqui colocar. Nem por isso nos chamamos um povo, com a nossa própria individualidade, cultura, enfim, aquilo que dá identidade a um povo.”

    Quer continuar a dizer que os judeus não são uma raça? Não, não são. Já acima eu tinha escrito. Já noutros comentários havia escrito. E então?
    Quer continuar a dizer que muitos palestinianos têm raízes judaicas, embora possam ser muçulmanos? Mas quem disse o contrário?
    Como já disse, por diversas vezes e em diferentes posts, ser judeu não se limita à questão religiosa. Leia em cima.

    Aliás, leia as teses nazis, estranhamente muito próximas de muito do que tenho lido por aqui, neste blog. E não, não se trata de um argumento/insulto, que não pratico. É, infelizmente, a constatação de uma realidade, de como os extremos se podem tocar na sua vertigem de ódio, na sua sanha contra o seu alvo ideologicamente definido.

    Continuo à espera que me consiga definir, na litania do Sr. Collon, as restantes 6 mediamensonges.

  25. Luís Teixeira Neves diz:

    Francamente não sei como os estudos genéticos desmentem o senhor Sand. O próprio José reconhece que não existe uma “raça” e isso em termos genéticos deve traduzir-se no facto de, no iníco da nossa era, na Judeia, a população não possuir um património genético que a diferenciasse de populações vizinhas sobretudo daquelas situadas mais a norte. Como se percebe da página da Wikipéida que lhe indiquei o cromossoma y j2 tido em muitos artigos como um cromossoma específico da população judaica é antes um cromossoma com origem em populações da Mesopotâmia e regiões montanhosas circunvizinhas, na actualidade o Curdistão, e que, na sua actual distribuição, revela duas linhas principais de expansão e difusão, uma que atravessa a Anatólia em direcção aos estreitos que separam a Ásia da Europa e outra que do médio curso do Eufrates passa à costa do Mediterrânio e inflecte para sul em direcção ao Egipto. Obviamente podemos ver neste último movimento a migração efectuado por Abraão desde Ur até Canaã e não está em causa negar que este cromossoma y j2 não estivesse presente na população da Judeia 2000 anos atrás, mas o que eu quero dizer é que quando se detecta este cromossoma, por exemplo, na população portuguesa, não há maneira de saber se o seu “transportador” era ou não judeu e se proveio ou não da Judeia de há 2000 anos atrás. Acontece que toda aquela região oriental do Mediterrâneo foi desde o início do neolítico origem de movimentos populacionais portadores de civilização ali gerada para toda a Europa.

  26. ezequiel diz:

    Ricciardi,

    “Porquê, se o que se passa por lá é INFINITAMENTE mais grave e monstruoso?

    Porque escolhem Israel?”

    —-

    nem mais, meu caro.

    cumps
    ezequiel

  27. Luís Teixeira Neves diz:

    Ora… tentando responder… porque somos todos assim como que meio judeus?! Serve?! É assim aquela coisa de dar o exemplo… ou aquela outra de primeiro tratar da própria casa antes de qualquer preocupação com a alheia… Não sei… pode ser?!

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