Obra-prima cinematográfica: “Já não há $$”

O desafio económico que o novo governo britânico enfrenta está reflectido na frase única que consta da carta que o novo secretário do Tesouro recebeu do seu antecessor: “Já não há dinheiro”.

(E uma foto do sr. Anthony Giddens – leitores, ainda se lembram destas coisas??)

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8 Responses to Obra-prima cinematográfica: “Já não há $$”

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  2. O de cima é o simpático bombeiro do grande Bush, quanto ao de baixo um amoderneirado do entre, por falta de espaço na biblioteca enviei toda a sua obra incluindo as da celta para o eco ponto, contentor azul.
    Hoje deve circular recilado e refundido prá i na obra poética da Adília Lopes.
    Quanto ao papel, nada sei.

  3. Não são estes os ideólogos dos de cá?
    Com outros na city vai ser chato, talvez seja por isto que se avivou o rateio.

  4. Carlos Vidal diz:

    Grande Jecta, o hipócrita-mor da política portuguesa, um tal de não-sei-quê de Vale de Almeida sempre foi um grande fã (é a palavra certa) de A. Giddens. Os bons espíritos sempre se encontram.

  5. lá estás tu contra o rapaz.
    Porque já foi tudo, sendo da situação, venceu esta magna luta dos direitos do nosso povo, enfim uma pequena amazona antropofágica.
    Quando o grande Canas aparece é porque a coisa é transcendente-imanente, mesmo um desígnio universal, basta visitar a aldeia dos macacos no Jardim Zoológico, está lá tudo.
    Estou é muito preocupado com a malta da City, isso sim.

  6. miguel dias diz:

    na senda do mestre, o rapaz agenciou-se na estrutura . qual é a dúvida, alma? não fizeste tu o mesmo?
    um abraço tropical para ti e para o Vidal.

  7. Justiniano diz:

    Ora, caro Jecta, só se for com os que por lá, ainda, ficaram…os que se não cumpriram.
    O grande Canas, esse, cumpre-se sempre, todos os dias…os canas nunca falham!!

    miguel dias, viva! Adonde andais!??

  8. Deus te oiça Michael, está tudo a passar-se, até a nossa morgadinha dos canaviais, o que vale é que já não sou deste mundo e se fosse vendia-me ao imperialismo, quanto mais aos mestres, ás madres de blanco ou ao camandriu, cumprimentos á senhora dona Teodósia grande Justiniano, vou pra casa prá sossega. Pra ti Carlos embrulha e pôe ao pescoço.

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