Da premonição às profecias

Não foram suficientes as preces de última hora do Tiago Mota Saraiva para evitar que se realizasse  metade desta premonição. Para que se cumpra o resto já não falta meio caminho uma vez que os senhores acima não estarão disponíveis para o jogo do título e cinco milhões de lampiões já começaram a destilar ansiedade. Como em tantos outros momentos, o futebol volta a dar à política e à vida excelentes lições de moral (esta e esta são as melhores que me lembro de repente). O Benfica parece ter reservado a conquista do campeonato nacional desde a vitória na pré-época sobre o esclerosado Milan do não menos enfermo Berlusconi. A meio do campeonato já tinha celebrado o título meia dúzia de vezes e no último quarto disse a cada jogo que tudo estava adiado para a jornada seguinte. Assim chegou à última ronda com apenas uma taça com nome de cerveja mas com a barriga cheia de ego. Que a força simbólica das três primeiras letras do emblema do Rio Ave lhes dê a força e a inspiração que precisam para a derradeira batalha. É que no futebol como no resto a vitória é de quem dá o último tiro.

Força RAFC!

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