Quadrilogia musical para o Ferreira Fernandes

 

Ele há tipos tão simples, tão simples, tão simples, que não são precisas palavras para lhes responder. Seriam demasiado complexas para serem entendidas principalmente para quem é tão pobre na arte de as escrever.

O raciocínio de FF está mais ao menos ao nível do de Marcelo Rebelo de Sousa na defesa do “Aborto, assim Não!“. Vejamos: “Fulano vermelho pode trabalhar para beltrano amarelo? Não. Fulano vermelho pode passar a beltrano amarelo? Sim. O primeiro fulano pode ser acusado de falta de coerência? Pode. O segundo pode ser questionado pela mudança de ideias? Não pode. O primeiro fulano pode ser alvo de ataque na praça pública sem direito a contraditório? Deve. O segundo fulano pode ser adepto hooliganesco de Bush trinta anos depois de ter combatido o imperialismo americano? Se deve.”

Não se pode levar a sério alguém que pendura ao peito um passado que nem se envergonha nem se orgulha, nem o esconde nem o grita. Talvez por isso seja tão tangas como capitalista do que fora como revolucionário.

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