Ocupações Selvagens

Trabalhadores assumem controlo da produção, entram em autogestão ilegal. Contra a lei, utilizam as máquinas roubadas aos legítimos proprietários para gerir a empresa alheia em seu benefício. Bloqueiam à força as tentativas dos donos da fábrica de recuperarem o que é seu.

O Henrique Burnay do 31 da Armada aplaude –  “as deslocalizações não se proíbem, evitam-se”, diz ele – e pede medalhas para os ladrões sublevados. Se o capitalismo que o Henrique Burnay “loves” é o controlo operário dos meios de produção, contra a vontade dos patrões, contra as leis burguesas dos previlégios injustos da propriedade, então, se calhar, a sua definição não é a mesma que  eu conhecia.

Mais, no Vento Sueste.

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