Isto só não é o cúmulo do ridículo porque muito ainda está para vir

O agora simplexe Eduardo Pitta vem gabar a coragem férrea do seu Timoneiro de ocasião: «no discurso de posse como primeiro-ministro, José Sócrates fez uma inesperada referência ao fim do monopólio das farmácias. O país ficou boquiaberto. Farmácias? Na tomada de posse? Era um sinal. O comércio farmacêutico é o símbolo dos interesses instalados.»
De seguida, enumera algumas medidas do PS que terão mexido com interesses bem entranhados em Portugal. E não volta a mencionar as tão emblemáticas farmácias! Está visto que a coragem se esgotou na fanfarronice da tomada de posse.

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